Anda sem idéias para o PDV?
terça-feira, 2 de outubro de 2007
Adidas eu te amo
Eu amo quando encontro ações como essas, tudo por que cada vez mais se comprova minha tese de que as grandes marcas não fazem estratégias como está porque são empresas consolidadas no mercado, mas sim de que são o que são por agirem assim! Adidas eu te amo!
quarta-feira, 26 de setembro de 2007
terça-feira, 18 de setembro de 2007
Manipulação de imagem ou um bom Jardineiro
Um fazendeiro resolveu criar um labirinto gigante em um campo na cidade de Richland, em Michigan. Até aí nada demais, se o labirinto não tivesse sido feito com o rosto de Gerald Ford, que só é visto através de imagem aérea. O ex-presidente dos EUA morreu aos 93 anos, em 26 de dezembro de 2006, e ficou na Presidência americana de 1974 até 1977. (Foto: AP)
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Manipulação de imagem ou um bom Jardineiro
terça-feira, 11 de setembro de 2007
23 fontes de conteúdo para seu blog falar pelos cotovelos sem parar
Achei bem bacana este artigo do alexandre Martins do quero ter um Blog,e resolvi Colopostar aqui!
Mais e mais editores descobrem que, antes de ter algo a receber, precisam ter algo pelo que receber esse dinheiro.
A resposta é conteúdo. E a qualidade não só do conteúdo, mas também a qualidade com que esse conteúdo é transmitido.
A respeito da qualidade de transmissão, pretendo em breve publicar uma série de posts com técnicas de redação que facilitarão a sua comunicação com o leitor. Sem a intenção de esgotar o assunto, no entanto.
Para o conteúdo em si, a resposta é ampla e igualmente inesgotável.
Mas andei pensando em uma série de dicas que podem ajudá-lo a encontrar assunto e nunca mais ter um bloqueio.
Cada uma delas pode ser desenvolvida separadamente, mas para uma primeira abordagem e para um auxílio mais intensivo a você publico-as sucintamente, por enquanto:
Invista na forma
Às vezes, se a resposta não vem no sobre o quê falar, ela vem no como falar. Eu já me aprofundei nisso dando 31 dicas de tipos de post para seu blog nunca mais ficar mudo.
Use o del.icio.us
Eu já ensinei um truque com os feeds do del.icio.us que vai abastecer você de assuntos não importa o tema de seu blog. O truque também pode ser usado com o Digg com algumas variações.
Acompanhe a capa do Rec6
Uma das principais características de um blog é servir de suporte para textos opinativos. Por isso, não se contente em ler e propagar as informações que você encontra nas capas do Rec6. Acrescente algo.
Acompanhe os primeiros de algum ranking
Eleja um ranking e acompanhe os editores de blog com os quais você mais se identifica dentre os melhores colocados. Enquanto você não está entre eles, vale a pena tentar descobrir o que eles dizem - e como eles dizem - que os torna tão relevantes. Enquanto você não é um nó principal da rede, use-os para se pautar, mas sempre acrescentando algo à discussão.
Outros blogs de seu nicho
Se você não lê os outros blogs que abordam o mesmo tema que você, você está perdido. O interessante é que, muito mais que concorrentes, eles são colaboradores seus. Um aponta o caminho para o outro e um serve de referência para o outro.
Converse com esses seus colegas
Pode ser por MSN, Twitter, pessoalmente no boteco da esquina ou qualquer outro meio com que você se identifique. Conversas são como bolas de neve que fazem os assuntos surgirem. São sempre inspiradoras. É preciso estar atento, pois conversas podem ser tão divertidas que um assunto pode passar batido, na distração do momento. Daí a importância do próximo item.
Anote
Às vezes uma idéia para um assunto é tão boa que você tem certeza de que não vai esquecê-la jamais. Claro que esquecerá. Anote sempre. Suas anotações são fontes de conteúdo. Se você fizesse um blog com todas as idéias que já esqueceu desde que nasceu, certamente já teria uns mil artigos garantidos. Em meu outro blog, eu ensino alguns métodos para que você nunca mais esqueça suas idéias.
Fóruns
Nos fóruns você não só divulga o seu trabalho como, freqüentando-os, você descobre dúvidas comuns que você pode ajudar a resolver, divulgando as soluções a seus leitores. Bem como também pode resolver as suas próprias dúvidas. Não esqueça de dar o crédito a quem ajudou você.
Technorati
Faça uma busca no technorati para descobrir o que outros blogs estão falando sobre seu assunto preferido. É a chance também de encontrar novos links. Se você domina a leitura de outras línguas melhor ainda. Talvez encontre abordagens que só uma cultura de outro país pode oferecer.
Alexa
O Alexa oferece os feeds dos sites que têm a maior variação de acesso para cima e para baixo (movers and shakers). Nesta lista, você pode encontrar pistas para bons assuntos. O site também oferece os feeds de termos mais buscados. Dizem que é muito bom para quem quer emplacar nos mecanismos de busca, mas não se deixe escravizar por esse recurso.
Comentários
Desde que comecei a levar blogs a sério, passei a incentivar os comentários. A melhor forma de fazer isso é respondendo a absolutamente todos. Valorizo isso, porque os comentaristas dão dicas preciosas para próximos artigos, séries ou continuações. Às vezes, o comentário é o novo artigo pronto. Peça autorização ao comentarista e dê o crédito.
Formulário de contato
Em meu blog sobre livros, se eu seguisse apenas as dicas que recebo pelo formulário de contatos ou por email, já seria suficiente para nunca mais ficar sem assunto.
Resposta a leitores
Quem faz isso muito bem são os blogs Dinheirama e o Papo de Homem. Esses editores descobriram a fonte inesgotável de temas que as dúvidas dos leitores podem ser.
Revistas e jornais
A verdade também está lá fora. Enquanto os blogs não se firmarem como um meio de informação - estão no caminho, mas ainda estão longe -, as principais fontes de informação inédita ainda serão os jornais e revistas, online ou não. Por um motivo muito simples.
Comece a cultivar fontes exclusivas
Os cadernos de telefones de jornalistas não têm preço. Neles estão todos aqueles para quem eles ligam ao menos uma vez por semana, quando não todo dia, como quem não quer nada, para saber as novidades. Imagine o quanto vale a confiança mútua entre você e uma fonte dentro da Google, por exemplo. Cultivar fontes, no entanto, demanda tempo, tato, diplomacia, paciência e ética. Você vai precisar delas se quiser se destacar, pois é delas que vêm as informações e o conteúdo exclusivos.
Livros
Livros estão parados no tempo e nem sempre trazem novidades. Mas nem só de novidades vive um blog. Um blog deve trazer coisas que interessem aos seus leitores. Um livro como Dom Quixote de La Mancha, por exemplo, é tão rico que tem coisas que podem interessar a dentistas, engenheiros, militares e até quem sabe especialistas em AdSense. Livros, sobretudo os mais antigos, têm a vantagem de ser fonte de informações que sobreviveram à passagem dos séculos e portanto são de alta relevância.
Assessorias de imprensa
Está na hora de os editores de blog mais sérios procurarem as assessorias de imprensa relativas a seus assuntos e dizerem que existem como potenciais divulgadores. As assessorias de imprensa não servem apenas para divulgar releases. A principal função delas é intermediar o contato entre você e pessoas que podem dar uma base melhor para os temas abordados em seu blog. Tanto em meu blog sobre livros como no sobre investimentos já tive oportunidade com esse tipo de contato.
Autoridades
Por mais que você domine um tema, sempre haverá uma autoridade maior, mais antiga ou mais importante nesse nicho. Elas sempre podem ser fontes para entrevistas ou novos artigos. Para chegar a elas, às vezes é necessário estar familiarizado com o item anterior.
Eventos
Eventos como o BlogCamp são fonte para muitos assuntos. Basta ter acompanhado a Rede Brasileira de Blogs na última semana para ver como isso é verdade. Mas não é só isso. O mundo não se resume a blogs. Se você tem um blog sobre carros, por exemplo. Vá a feiras automotivas, corridas e a todo o tipo de evento que com ele se relacione. Faça a cobertura. Você não precisa ter uma carteira de imprensa para isso. Basta estar lá. Se o seu blog é sobre culinária, vá a feiras gastronômicas e assim por diante. Se o seu blog não tem tema, vá a qualquer evento de que você goste e fale sobre ele. Cada evento, tem pelo menos uma centena de coisas sobre as quais se falar.
Datas comemorativas
Os jornais se aproveitam muito desse recurso. Faltou assunto? Olhe na folhinha. No calendário, sempre há uma data comemorativa e para cada uma há uma maneira criativa de adaptar o seu tema para gerar um artigo inovador.
Pessoas
Ouça as pessoas. Diga o que você faz, fale sobre o assunto do seu blog. Todo mundo adora dar opiniões e contar histórias. Filtre as coisas legais que as pessoas dizem e aquelas opiniões mais comuns e você sempre terá o que dizer. Pessoas mais velhas são ótimas para isso. Não se surpreenda se, de repente, seu avô virar colaborador de seu blog.
Cursos
Faça um curso. Claro, um curso em uma área abordada por seu blog. Conte aos seus leitores o que aprendeu e o que foi mais proveitoso. Não esqueça de dar o crédito ao seu professor.
Organize um curso
Ah, não há ninguém dando um curso em sua área? Então organize o seu próprio curso, cara-pálida. Provavelmente você é a maior autoridade nesse tema em toda a Rede Brasileira de Blogs. Aprenda a ver as oportunidades. Depois conte como seus alunos reagiram ao curso no seu blog. Peça depoimentos a eles quanto aos resultados. Com a devida autorização, os depoimentos podem se transformar em mais conteúdo para o seu blog.
Mais e mais editores descobrem que, antes de ter algo a receber, precisam ter algo pelo que receber esse dinheiro.
A resposta é conteúdo. E a qualidade não só do conteúdo, mas também a qualidade com que esse conteúdo é transmitido.
A respeito da qualidade de transmissão, pretendo em breve publicar uma série de posts com técnicas de redação que facilitarão a sua comunicação com o leitor. Sem a intenção de esgotar o assunto, no entanto.
Para o conteúdo em si, a resposta é ampla e igualmente inesgotável.
Mas andei pensando em uma série de dicas que podem ajudá-lo a encontrar assunto e nunca mais ter um bloqueio.
Cada uma delas pode ser desenvolvida separadamente, mas para uma primeira abordagem e para um auxílio mais intensivo a você publico-as sucintamente, por enquanto:
Invista na forma
Às vezes, se a resposta não vem no sobre o quê falar, ela vem no como falar. Eu já me aprofundei nisso dando 31 dicas de tipos de post para seu blog nunca mais ficar mudo.
Use o del.icio.us
Eu já ensinei um truque com os feeds do del.icio.us que vai abastecer você de assuntos não importa o tema de seu blog. O truque também pode ser usado com o Digg com algumas variações.
Acompanhe a capa do Rec6
Uma das principais características de um blog é servir de suporte para textos opinativos. Por isso, não se contente em ler e propagar as informações que você encontra nas capas do Rec6. Acrescente algo.
Acompanhe os primeiros de algum ranking
Eleja um ranking e acompanhe os editores de blog com os quais você mais se identifica dentre os melhores colocados. Enquanto você não está entre eles, vale a pena tentar descobrir o que eles dizem - e como eles dizem - que os torna tão relevantes. Enquanto você não é um nó principal da rede, use-os para se pautar, mas sempre acrescentando algo à discussão.
Outros blogs de seu nicho
Se você não lê os outros blogs que abordam o mesmo tema que você, você está perdido. O interessante é que, muito mais que concorrentes, eles são colaboradores seus. Um aponta o caminho para o outro e um serve de referência para o outro.
Converse com esses seus colegas
Pode ser por MSN, Twitter, pessoalmente no boteco da esquina ou qualquer outro meio com que você se identifique. Conversas são como bolas de neve que fazem os assuntos surgirem. São sempre inspiradoras. É preciso estar atento, pois conversas podem ser tão divertidas que um assunto pode passar batido, na distração do momento. Daí a importância do próximo item.
Anote
Às vezes uma idéia para um assunto é tão boa que você tem certeza de que não vai esquecê-la jamais. Claro que esquecerá. Anote sempre. Suas anotações são fontes de conteúdo. Se você fizesse um blog com todas as idéias que já esqueceu desde que nasceu, certamente já teria uns mil artigos garantidos. Em meu outro blog, eu ensino alguns métodos para que você nunca mais esqueça suas idéias.
Fóruns
Nos fóruns você não só divulga o seu trabalho como, freqüentando-os, você descobre dúvidas comuns que você pode ajudar a resolver, divulgando as soluções a seus leitores. Bem como também pode resolver as suas próprias dúvidas. Não esqueça de dar o crédito a quem ajudou você.
Technorati
Faça uma busca no technorati para descobrir o que outros blogs estão falando sobre seu assunto preferido. É a chance também de encontrar novos links. Se você domina a leitura de outras línguas melhor ainda. Talvez encontre abordagens que só uma cultura de outro país pode oferecer.
Alexa
O Alexa oferece os feeds dos sites que têm a maior variação de acesso para cima e para baixo (movers and shakers). Nesta lista, você pode encontrar pistas para bons assuntos. O site também oferece os feeds de termos mais buscados. Dizem que é muito bom para quem quer emplacar nos mecanismos de busca, mas não se deixe escravizar por esse recurso.
Comentários
Desde que comecei a levar blogs a sério, passei a incentivar os comentários. A melhor forma de fazer isso é respondendo a absolutamente todos. Valorizo isso, porque os comentaristas dão dicas preciosas para próximos artigos, séries ou continuações. Às vezes, o comentário é o novo artigo pronto. Peça autorização ao comentarista e dê o crédito.
Formulário de contato
Em meu blog sobre livros, se eu seguisse apenas as dicas que recebo pelo formulário de contatos ou por email, já seria suficiente para nunca mais ficar sem assunto.
Resposta a leitores
Quem faz isso muito bem são os blogs Dinheirama e o Papo de Homem. Esses editores descobriram a fonte inesgotável de temas que as dúvidas dos leitores podem ser.
Revistas e jornais
A verdade também está lá fora. Enquanto os blogs não se firmarem como um meio de informação - estão no caminho, mas ainda estão longe -, as principais fontes de informação inédita ainda serão os jornais e revistas, online ou não. Por um motivo muito simples.
Comece a cultivar fontes exclusivas
Os cadernos de telefones de jornalistas não têm preço. Neles estão todos aqueles para quem eles ligam ao menos uma vez por semana, quando não todo dia, como quem não quer nada, para saber as novidades. Imagine o quanto vale a confiança mútua entre você e uma fonte dentro da Google, por exemplo. Cultivar fontes, no entanto, demanda tempo, tato, diplomacia, paciência e ética. Você vai precisar delas se quiser se destacar, pois é delas que vêm as informações e o conteúdo exclusivos.
Livros
Livros estão parados no tempo e nem sempre trazem novidades. Mas nem só de novidades vive um blog. Um blog deve trazer coisas que interessem aos seus leitores. Um livro como Dom Quixote de La Mancha, por exemplo, é tão rico que tem coisas que podem interessar a dentistas, engenheiros, militares e até quem sabe especialistas em AdSense. Livros, sobretudo os mais antigos, têm a vantagem de ser fonte de informações que sobreviveram à passagem dos séculos e portanto são de alta relevância.
Assessorias de imprensa
Está na hora de os editores de blog mais sérios procurarem as assessorias de imprensa relativas a seus assuntos e dizerem que existem como potenciais divulgadores. As assessorias de imprensa não servem apenas para divulgar releases. A principal função delas é intermediar o contato entre você e pessoas que podem dar uma base melhor para os temas abordados em seu blog. Tanto em meu blog sobre livros como no sobre investimentos já tive oportunidade com esse tipo de contato.
Autoridades
Por mais que você domine um tema, sempre haverá uma autoridade maior, mais antiga ou mais importante nesse nicho. Elas sempre podem ser fontes para entrevistas ou novos artigos. Para chegar a elas, às vezes é necessário estar familiarizado com o item anterior.
Eventos
Eventos como o BlogCamp são fonte para muitos assuntos. Basta ter acompanhado a Rede Brasileira de Blogs na última semana para ver como isso é verdade. Mas não é só isso. O mundo não se resume a blogs. Se você tem um blog sobre carros, por exemplo. Vá a feiras automotivas, corridas e a todo o tipo de evento que com ele se relacione. Faça a cobertura. Você não precisa ter uma carteira de imprensa para isso. Basta estar lá. Se o seu blog é sobre culinária, vá a feiras gastronômicas e assim por diante. Se o seu blog não tem tema, vá a qualquer evento de que você goste e fale sobre ele. Cada evento, tem pelo menos uma centena de coisas sobre as quais se falar.
Datas comemorativas
Os jornais se aproveitam muito desse recurso. Faltou assunto? Olhe na folhinha. No calendário, sempre há uma data comemorativa e para cada uma há uma maneira criativa de adaptar o seu tema para gerar um artigo inovador.
Pessoas
Ouça as pessoas. Diga o que você faz, fale sobre o assunto do seu blog. Todo mundo adora dar opiniões e contar histórias. Filtre as coisas legais que as pessoas dizem e aquelas opiniões mais comuns e você sempre terá o que dizer. Pessoas mais velhas são ótimas para isso. Não se surpreenda se, de repente, seu avô virar colaborador de seu blog.
Cursos
Faça um curso. Claro, um curso em uma área abordada por seu blog. Conte aos seus leitores o que aprendeu e o que foi mais proveitoso. Não esqueça de dar o crédito ao seu professor.
Organize um curso
Ah, não há ninguém dando um curso em sua área? Então organize o seu próprio curso, cara-pálida. Provavelmente você é a maior autoridade nesse tema em toda a Rede Brasileira de Blogs. Aprenda a ver as oportunidades. Depois conte como seus alunos reagiram ao curso no seu blog. Peça depoimentos a eles quanto aos resultados. Com a devida autorização, os depoimentos podem se transformar em mais conteúdo para o seu blog.
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23 fontes de conteúdo para seu blog falar pelos cotovelos sem parar
O que é mais importante? Planejar ou executar?
Hoje pela manhã recebi um e-mail da HSM sobre um artigo já antiguinho do Alexandre Freire com a seguinte pergunta: O que é mais importante Planejar ou executar? Como eu sei que muitos não tem acesso a revista por que é cara, eu assinei e trago eles aqui para vocês, com uma síntese feita por mim.
Na hora me veio a pergunta a cabeça, quem nasceu primeiro, o ovo ou a galinha! Fui ler o texto e a cada frase mais eu pensava em como eu poderia medir dois pesos destes de maneiras distintas, pois acredito que um não funcione sem o outro. Se eu planejar e não executar, eu terei apenas planos, e se eu executar sem planejar eu correrei o risco de estar atropelando um monte de ideias que podem prejudicar anos de trabalho. Todo mundo sabe que uma execução sem um plano tem grandes chances de falhar. È por dinheiro fora, atirar no pé. O que ele argumenta é que é na fase de execução que os problemas começam a aparecer, que as coisas começar a dar errado.
A questão é que não basta ter a estratégia certa. A menos que as grandes idéias sejam traduzidas em passos concretos de ação, a estratégia será inútil. Quando olhamos para o ano que passou, e identificamos os maus resultados, as pessoas tendem a culpar a estratégia.
Tudo bem, isso esta certo mas a pergunta que faço é PORQUE?? E eu sei responder, ao menos me atrevo. Acontece por que o plano é feito com determinadas informações, num mercado globalizado onde as transformações acontecem em segundos e os planos se mantém os mesmos. Planos são feitos para serem atualizados, mesmos os planos feito para longo prazo. Mas é claro que há falhas. Fazer um planejamento envolve tempo, pesquisas aprofundadas e dinheiro. As empresas investem em planos defeituosos e por isso os imprevistos acontecem ao longo da execução. Outro detalhe que acho importante é que empresas são feitas de pessoas e apartir do momento que a estratégia, que o plano não se adeqúe a quem esta alo executando ele tente a dar errado mesmo: Desmotivação, descomprometimento, indisciplina, todos estes fatores devem estar dentro de um plano.
Se minha missão é "ser uma empresa reconhecida pelo atendimento", na hora de executar eu colocar uma pessoa que diga "Alô" ao invés de "Empresa com melhor atendimento da Cidade, Bom dia" , é óbvio que meu plano estará errado, por isso o plano precisa prever as pedras que poderão surgir no meio do caminho, e estar sempre sendo atualizado, revisto, modificado, e não apenas sufocado dentro de um HD!
Poder x motivação – Quem já trabalhou com um chefe dotado de personalidade centralizadora sabe o que é se sentir menor, inexpressivo e irrelevante. O chefe gera medo, o líder gera respeito. O poder, caros amigos, não está mais nas mãos dos que centralizam a informação. O poder está nas mãos daqueles que as descentralizam e, acima de tudo, disseminam o conhecimento durante o processo de planejamento e execução.
Então, era nesse ponto que eu gostaria de chegar. Um plano é feito por uma empresa, que diz conhecer a tua empresa, ou o plano é feito por um executivo dentro da organização que apenas faz o plano, mas que não compete a ele acompanhar a execução e sim ao seu chefe, seu lider! è como fazer e um filho e não cuidar, não manter ele, não acompanhar seu desenvolvimento, seu crescimento. Deve haver a descentralização da informação, motivar aqueles que o fizeram a executar de uma maneira correta. Escute seus colaboradores, aprender com quem tem algo a lhe ensinar, mostra que você acredita naquilo que esta escrito ali, e se não acreditar, se não tiver tempo de ler, não ponha em prática, pois o erro será inevitável. Nunca esqueça que o mundo esta em constantes mutações e que um bom plano também deve estar. Ao detectar algo que possa estar errado, ou a perceber que determinado ponto possa estar falho, pare, e reveja!
Mude a maneira de fazer reuniões. Vários estudos comprovam que reuniões são considerados um saco, chatas e não produtivas.. Reinvente sempre, faça algo diferente
Neste artigo ele cita a colocação de James James Hunter, autor do livro O monge e o executivo, que já li e adorei, acreditei muito nas palavras dele e sigo este posicionamento para minha pessoa como lider, acredito piamente no amor (parece estranho né, mas é o amor sim!) e que pessoas que trabalham com amor, tem chances muito maiores de perceber os acontecimentos, e de aperfeiçoarem-se. È a diferença entre poder e autoridade.
Isso requer compromisso, paixão, investimento nos liderados e clareza por parte do líder a respeito do que ele pretende conseguir do grupo”.Um bom processo de planejamento é uma das melhores formas de ensinar seu pessoal sobre com executar, e de comprometê-los com a execução. O papel do líder é indispensável neste momento. Não é a capacitação técnica em si que garantirá o sucesso da execução do projeto.
Não é o inglês fluente sozinho que fará com que a estratégia bem pensada pela gerência saia do papel para a realidade. Nem mesmo as habilidades e competências diferenciadas de um grupo de pessoas serão suficientes para levar a cabo o projeto escolhido pela alta direção da organização.
Num terceiro ponto, Alexandre desenvolve no seu artigo que é necessário "Recompensar quem faz" , dizendo que parece óbvio mas que na verdade não é, e creio que ele tenha razão, e vejo que este também é um ponto importante para que a execução de um plano dê certo. Vejo a recompensa não só financeira, isso passou a ser essencial num mundo capitalista, mas a recompensa que nos estimula, faz sentirmos forte emocionalmente, que engrandece a alma.
È preciso adotar sistemas de integração, onde cada departamento dependa do outro em total harmonia, agregando assim valor ao projeto em execução.
Diferencial é tudo, não apenas uma palavrinha, é tudo mesmo!! Aprenda a diferenciar seus executivos também, recompensando todos da mesma forma estaremos não criaremos uma cultura de execução.Para gerar uma cultura corporativa empreendedora, com alma executora, almeja-se que funcionários e departamentos se tornem integrados e parceiros, gozando de autonomia e independência para iniciar e conduzir projetos de alto valor agregado.Existem hoje muitas organizações simplesmente iguais, com funcionários iguais, com personalidades, currículos e experiências iguais, gerando idéias e pensamentos iguais, produzindo resultados iguais, em formas iguais, com qualidade e preços iguais. No final, o resultado não poderia ser outra coisa a não ser termos empresas iguais.
Ainda teria mais assunto para continuar a analisar este artigo, mas preciso trabalhar né...
E textos longos demais acabam se tornando chatos, eu sei!!
Reflitam um pouquinho antes de reclamar que as coisas não estão dando certo! As vezes uma simples palavrinha na missão da empresa pode mudar tudo! Eu acredito muito nisso..
Amo vocês!
Na hora me veio a pergunta a cabeça, quem nasceu primeiro, o ovo ou a galinha! Fui ler o texto e a cada frase mais eu pensava em como eu poderia medir dois pesos destes de maneiras distintas, pois acredito que um não funcione sem o outro. Se eu planejar e não executar, eu terei apenas planos, e se eu executar sem planejar eu correrei o risco de estar atropelando um monte de ideias que podem prejudicar anos de trabalho. Todo mundo sabe que uma execução sem um plano tem grandes chances de falhar. È por dinheiro fora, atirar no pé. O que ele argumenta é que é na fase de execução que os problemas começam a aparecer, que as coisas começar a dar errado.
A questão é que não basta ter a estratégia certa. A menos que as grandes idéias sejam traduzidas em passos concretos de ação, a estratégia será inútil. Quando olhamos para o ano que passou, e identificamos os maus resultados, as pessoas tendem a culpar a estratégia.
Tudo bem, isso esta certo mas a pergunta que faço é PORQUE?? E eu sei responder, ao menos me atrevo. Acontece por que o plano é feito com determinadas informações, num mercado globalizado onde as transformações acontecem em segundos e os planos se mantém os mesmos. Planos são feitos para serem atualizados, mesmos os planos feito para longo prazo. Mas é claro que há falhas. Fazer um planejamento envolve tempo, pesquisas aprofundadas e dinheiro. As empresas investem em planos defeituosos e por isso os imprevistos acontecem ao longo da execução. Outro detalhe que acho importante é que empresas são feitas de pessoas e apartir do momento que a estratégia, que o plano não se adeqúe a quem esta alo executando ele tente a dar errado mesmo: Desmotivação, descomprometimento, indisciplina, todos estes fatores devem estar dentro de um plano.
Se minha missão é "ser uma empresa reconhecida pelo atendimento", na hora de executar eu colocar uma pessoa que diga "Alô" ao invés de "Empresa com melhor atendimento da Cidade, Bom dia" , é óbvio que meu plano estará errado, por isso o plano precisa prever as pedras que poderão surgir no meio do caminho, e estar sempre sendo atualizado, revisto, modificado, e não apenas sufocado dentro de um HD!
Poder x motivação – Quem já trabalhou com um chefe dotado de personalidade centralizadora sabe o que é se sentir menor, inexpressivo e irrelevante. O chefe gera medo, o líder gera respeito. O poder, caros amigos, não está mais nas mãos dos que centralizam a informação. O poder está nas mãos daqueles que as descentralizam e, acima de tudo, disseminam o conhecimento durante o processo de planejamento e execução.
Então, era nesse ponto que eu gostaria de chegar. Um plano é feito por uma empresa, que diz conhecer a tua empresa, ou o plano é feito por um executivo dentro da organização que apenas faz o plano, mas que não compete a ele acompanhar a execução e sim ao seu chefe, seu lider! è como fazer e um filho e não cuidar, não manter ele, não acompanhar seu desenvolvimento, seu crescimento. Deve haver a descentralização da informação, motivar aqueles que o fizeram a executar de uma maneira correta. Escute seus colaboradores, aprender com quem tem algo a lhe ensinar, mostra que você acredita naquilo que esta escrito ali, e se não acreditar, se não tiver tempo de ler, não ponha em prática, pois o erro será inevitável. Nunca esqueça que o mundo esta em constantes mutações e que um bom plano também deve estar. Ao detectar algo que possa estar errado, ou a perceber que determinado ponto possa estar falho, pare, e reveja!
Mude a maneira de fazer reuniões. Vários estudos comprovam que reuniões são considerados um saco, chatas e não produtivas.. Reinvente sempre, faça algo diferente
Neste artigo ele cita a colocação de James James Hunter, autor do livro O monge e o executivo, que já li e adorei, acreditei muito nas palavras dele e sigo este posicionamento para minha pessoa como lider, acredito piamente no amor (parece estranho né, mas é o amor sim!) e que pessoas que trabalham com amor, tem chances muito maiores de perceber os acontecimentos, e de aperfeiçoarem-se. È a diferença entre poder e autoridade.
Isso requer compromisso, paixão, investimento nos liderados e clareza por parte do líder a respeito do que ele pretende conseguir do grupo”.Um bom processo de planejamento é uma das melhores formas de ensinar seu pessoal sobre com executar, e de comprometê-los com a execução. O papel do líder é indispensável neste momento. Não é a capacitação técnica em si que garantirá o sucesso da execução do projeto.
Não é o inglês fluente sozinho que fará com que a estratégia bem pensada pela gerência saia do papel para a realidade. Nem mesmo as habilidades e competências diferenciadas de um grupo de pessoas serão suficientes para levar a cabo o projeto escolhido pela alta direção da organização.
Num terceiro ponto, Alexandre desenvolve no seu artigo que é necessário "Recompensar quem faz" , dizendo que parece óbvio mas que na verdade não é, e creio que ele tenha razão, e vejo que este também é um ponto importante para que a execução de um plano dê certo. Vejo a recompensa não só financeira, isso passou a ser essencial num mundo capitalista, mas a recompensa que nos estimula, faz sentirmos forte emocionalmente, que engrandece a alma.
È preciso adotar sistemas de integração, onde cada departamento dependa do outro em total harmonia, agregando assim valor ao projeto em execução.
Diferencial é tudo, não apenas uma palavrinha, é tudo mesmo!! Aprenda a diferenciar seus executivos também, recompensando todos da mesma forma estaremos não criaremos uma cultura de execução.Para gerar uma cultura corporativa empreendedora, com alma executora, almeja-se que funcionários e departamentos se tornem integrados e parceiros, gozando de autonomia e independência para iniciar e conduzir projetos de alto valor agregado.Existem hoje muitas organizações simplesmente iguais, com funcionários iguais, com personalidades, currículos e experiências iguais, gerando idéias e pensamentos iguais, produzindo resultados iguais, em formas iguais, com qualidade e preços iguais. No final, o resultado não poderia ser outra coisa a não ser termos empresas iguais.
Ainda teria mais assunto para continuar a analisar este artigo, mas preciso trabalhar né...
E textos longos demais acabam se tornando chatos, eu sei!!
Reflitam um pouquinho antes de reclamar que as coisas não estão dando certo! As vezes uma simples palavrinha na missão da empresa pode mudar tudo! Eu acredito muito nisso..
Amo vocês!
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O que é mais importante? Planejar ou executar?
terça-feira, 4 de setembro de 2007
Quatro Portas
Companhia de publicidade em videogames adota modelo televisivo
A Double Fusion, uma empresa de capital fechado que conecta anunciantes a produtores de videogames, lança nesta terça-feira nova tecnologia que permite que a montagem de campanhas publicitárias atualizadas em jogos da mesma maneira como acontece em comerciais na televisão.
A tecnologia será apresentada aos produtores de jogos na Austin Game Developers Conference, que começa na quarta-feira.
Os criadores de jogos atualmente estabelecem e codificam pontos específicos de seus games para a publicidade durante o processo de desenvolvimento. Depois que a codificação é concluída, o conteúdo publicitário pode ser alterado por meio de conexão com a Internet, mas os locais dos anúncios não podem ser alterados, e novos pontos de publicidade não podem ser acrescentados.
O novo programa da Double Fusion, conhecido como fusion.runtime, separa a publicidade nos jogos do processo de desenvolvimento, permitindo que os criadores desenvolvam novos posicionamentos depois que o jogo esteja concluído, inclusive para títulos mais antigos em seus catálogos.
"Com o fusion.runtime, o código do jogo pode ser decidido e o espaço publicitário fica aberto para definição posterior", disse Jonathan Epstein, presidente-executivo da Double Fusion, à Reuters.
O novo programa oferece flexibilidade quase ilimitada para aquilo que no passado era uma constelação quase totalmente fixa de espaços publicitários em um jogo, disse Epstein.
"Isso permite que os anunciantes conduzam suas campanhas de maneira dinâmica", afirmou.
O potencial de publicidade nova também pode ajudar a bancar relançamentos de títulos antigos dos catálogos, para possível distribuição gratuita aos usuários, em alguns casos, além de prolongar a vida útil de alguns dos games de maior sucesso.
Os jogos geralmente têm uma janela curta de varejo. Assim que uma tiragem se esgota, eles costumam continuar esgotados, ou passam por transição para uma versão mais barata, acessível apenas por download.
"Os jogos não tinham vida longa", disse Epstein. "Ninguém queria abrir jogos antigos, modificar o código e realizar testes prolongados."
Michael Cai, diretor de banda larga e jogos da Parks Associates, disse que o novo sistema "irá abrir muitas oportunidades para anunciantes que estejam interessados no meio videogame."
Ele também afirmou que os jogadores provavelmente protestarão em caso de um aumento considerável nos anúncios dentro dos jogos, mas acrescentou que as principais produtoras de games são espertas o suficiente para proteger sua principal fonte de receitas, as vendas dos títulos no varejo.
A publicidade dentro de videogames agora é um mercado de 514 milhões de dólares e a publicidade dinâmica dentro de jogos deve alcançar os 675 milhões de dólares até 2012 nos Estados Unidos, de acordo com os dados da Parks Associates, uma companhia de pesquisa e análise de mercado de tecnologia.
As primeiras empresas a incorporar a tecnologia fusion.runtime são as produtoras Ubisoft Entertainment, da França, NCsoft Corp, da Coréia, e a norte-americana especializada em jogos casuais Oberon Media.
Fonte: reuters
A tecnologia será apresentada aos produtores de jogos na Austin Game Developers Conference, que começa na quarta-feira.
Os criadores de jogos atualmente estabelecem e codificam pontos específicos de seus games para a publicidade durante o processo de desenvolvimento. Depois que a codificação é concluída, o conteúdo publicitário pode ser alterado por meio de conexão com a Internet, mas os locais dos anúncios não podem ser alterados, e novos pontos de publicidade não podem ser acrescentados.
O novo programa da Double Fusion, conhecido como fusion.runtime, separa a publicidade nos jogos do processo de desenvolvimento, permitindo que os criadores desenvolvam novos posicionamentos depois que o jogo esteja concluído, inclusive para títulos mais antigos em seus catálogos.
"Com o fusion.runtime, o código do jogo pode ser decidido e o espaço publicitário fica aberto para definição posterior", disse Jonathan Epstein, presidente-executivo da Double Fusion, à Reuters.
O novo programa oferece flexibilidade quase ilimitada para aquilo que no passado era uma constelação quase totalmente fixa de espaços publicitários em um jogo, disse Epstein.
"Isso permite que os anunciantes conduzam suas campanhas de maneira dinâmica", afirmou.
O potencial de publicidade nova também pode ajudar a bancar relançamentos de títulos antigos dos catálogos, para possível distribuição gratuita aos usuários, em alguns casos, além de prolongar a vida útil de alguns dos games de maior sucesso.
Os jogos geralmente têm uma janela curta de varejo. Assim que uma tiragem se esgota, eles costumam continuar esgotados, ou passam por transição para uma versão mais barata, acessível apenas por download.
"Os jogos não tinham vida longa", disse Epstein. "Ninguém queria abrir jogos antigos, modificar o código e realizar testes prolongados."
Michael Cai, diretor de banda larga e jogos da Parks Associates, disse que o novo sistema "irá abrir muitas oportunidades para anunciantes que estejam interessados no meio videogame."
Ele também afirmou que os jogadores provavelmente protestarão em caso de um aumento considerável nos anúncios dentro dos jogos, mas acrescentou que as principais produtoras de games são espertas o suficiente para proteger sua principal fonte de receitas, as vendas dos títulos no varejo.
A publicidade dentro de videogames agora é um mercado de 514 milhões de dólares e a publicidade dinâmica dentro de jogos deve alcançar os 675 milhões de dólares até 2012 nos Estados Unidos, de acordo com os dados da Parks Associates, uma companhia de pesquisa e análise de mercado de tecnologia.
As primeiras empresas a incorporar a tecnologia fusion.runtime são as produtoras Ubisoft Entertainment, da França, NCsoft Corp, da Coréia, e a norte-americana especializada em jogos casuais Oberon Media.
Fonte: reuters
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Companhia de publicidade em videogames adota modelo televisivo
Chega ao País a moda das butiques de criação
Chega ao País a moda das butiques de criação
A tendência das butiques criativas - que tem a proposta de ter estrutura pequena, agilidade no atendimento e ousadia na criação - começa a se estabelecer no Brasil. Na semana passada, o publicitário Alexandre Peralta anunciou uma sociedade com a agência holandesa StrawberryFrog, uma das referência internacionais entre as butiques criativas. Já a festejada Nitro, fundada em Xangai por australianos, está chegando ao País, negociando a compra de uma agência em São Paulo. As duas iniciativas rompem a resistência do mercado nacional a esse modelo.
A demora da adoção da agências-butique se deve, segundo os próprios profissionais da área, ao sistema de remuneração do mercado nacional atrelado à comissão da compra de mídia. As butiques, também chamadas de hotshops, cobram seu trabalho de forma flexível, que pode ser por projeto ou por participação nos resultados.
'A relação entre anunciante e agência com pagamento por contrato garante isenção nas recomendações das ações adotadas, porque a agência não depende da veiculação de mídia para fazer caixa', diz Peralta.
Para Peralta, a atuação modular se ajusta melhor à demanda do cliente porque a equipe da agência cresce ou diminui em função da tarefa. 'As agências tradicionais mantêm entre 150 e 300 funcionários e precisam garantir receita que mantenha essa estrutura. O tamanho inviabiliza o trabalho por projeto e pode tirar a liberdade de criação', diz ele.
Grandes marcas, como Coca-Cola, Nike e Axe (Unilever), descobriram faz anos a agilidade das chamadas butiques e já delegaram parte de suas verbas publicitárias para pequenas agências com esse perfil. A pressão por inovação na comunicação tem acelerado esse processo.
Na década de 90 surgiu a agência americana Wieden + Kennedy, situada em Portland, e não no eixo central do núcleo criativo da propaganda entre Nova York e Londres. A partir daí, o movimento das hotshops ganhou impulso. Há oito anos, apareceu a holandesa StrawberryFrog e a inglesa Mother. Atualmente há filhotes em vários países como a Taxi, no Canadá, a Madame Rushmore, na Espanha, e as Santo e La Comunidad, na Argentina.
Washington Olivetto, presidente da W/Brasil , acredita que a onda das hotshops não passa de uma nova definição para algo que sempre caracterizou a publicidade. Seria a clássica situação do criativo que abre uma agência pequena com características inovadoras, que vai crescendo, ganha musculatura e torna-se uma grande agência. Uma rotina que a sua própria carreira descreve. Olivetto saiu da DPZ para criar a W/ Brasil há 20 anos.
No que se classificaria como as hotshops brasileiras estariam hoje as agências Santa Clara e Famiglia. As duas abriram suas portas no último ano. 'Não temos pretensão de ser grandes e perder a agilidade', diz Fernando Campos, um dos sócios da Santa Clara. 'Hoje em dia, graças à tecnologia, é possível manter uma estrutura enxuta e capaz de oferecer soluções de comunicação personalizadas a cada cliente, o que era impossível há 20 anos atrás'.
Átila Francucci, sócio da Famiglia, diz que a butique criativa requer uma fórmula de atuação em constante construção. 'Afinal, é esse espírito que gera o nervosismo que a novidade requer', filosofa. Francisco Petros, também sócio da Famiglia e que saiu do mercado financeiro para se aventurar no mundo da comunicação, diz que sua visão pragmática dos negócios teve que se reestruturar. 'propaganda é um negócio de idéias, que não se pode mensurar. É subjetivo e requer agilidade para funcionar.'
Para muitos publicitários o modelo de butique parece se adaptar melhor às necessidades do momento de transição pelo qual passa o mercado de comunicação. Afinal, as demandas dos anunciantes se tornaram multimídias e a flexibilização e rapidez da agência são mais do que adequadas ao momento.
'Não é tanto questão de tamanho, mas de ter capacidade de romper com estruturas acomodadas e inaugurar caminhos que dêem resultados na tarefa de produzir imagem e construir marca', diz Francucci.
A tendência das butiques criativas - que tem a proposta de ter estrutura pequena, agilidade no atendimento e ousadia na criação - começa a se estabelecer no Brasil. Na semana passada, o publicitário Alexandre Peralta anunciou uma sociedade com a agência holandesa StrawberryFrog, uma das referência internacionais entre as butiques criativas. Já a festejada Nitro, fundada em Xangai por australianos, está chegando ao País, negociando a compra de uma agência em São Paulo. As duas iniciativas rompem a resistência do mercado nacional a esse modelo.
A demora da adoção da agências-butique se deve, segundo os próprios profissionais da área, ao sistema de remuneração do mercado nacional atrelado à comissão da compra de mídia. As butiques, também chamadas de hotshops, cobram seu trabalho de forma flexível, que pode ser por projeto ou por participação nos resultados.
'A relação entre anunciante e agência com pagamento por contrato garante isenção nas recomendações das ações adotadas, porque a agência não depende da veiculação de mídia para fazer caixa', diz Peralta.
Para Peralta, a atuação modular se ajusta melhor à demanda do cliente porque a equipe da agência cresce ou diminui em função da tarefa. 'As agências tradicionais mantêm entre 150 e 300 funcionários e precisam garantir receita que mantenha essa estrutura. O tamanho inviabiliza o trabalho por projeto e pode tirar a liberdade de criação', diz ele.
Grandes marcas, como Coca-Cola, Nike e Axe (Unilever), descobriram faz anos a agilidade das chamadas butiques e já delegaram parte de suas verbas publicitárias para pequenas agências com esse perfil. A pressão por inovação na comunicação tem acelerado esse processo.
Na década de 90 surgiu a agência americana Wieden + Kennedy, situada em Portland, e não no eixo central do núcleo criativo da propaganda entre Nova York e Londres. A partir daí, o movimento das hotshops ganhou impulso. Há oito anos, apareceu a holandesa StrawberryFrog e a inglesa Mother. Atualmente há filhotes em vários países como a Taxi, no Canadá, a Madame Rushmore, na Espanha, e as Santo e La Comunidad, na Argentina.
Washington Olivetto, presidente da W/Brasil , acredita que a onda das hotshops não passa de uma nova definição para algo que sempre caracterizou a publicidade. Seria a clássica situação do criativo que abre uma agência pequena com características inovadoras, que vai crescendo, ganha musculatura e torna-se uma grande agência. Uma rotina que a sua própria carreira descreve. Olivetto saiu da DPZ para criar a W/ Brasil há 20 anos.
No que se classificaria como as hotshops brasileiras estariam hoje as agências Santa Clara e Famiglia. As duas abriram suas portas no último ano. 'Não temos pretensão de ser grandes e perder a agilidade', diz Fernando Campos, um dos sócios da Santa Clara. 'Hoje em dia, graças à tecnologia, é possível manter uma estrutura enxuta e capaz de oferecer soluções de comunicação personalizadas a cada cliente, o que era impossível há 20 anos atrás'.
Átila Francucci, sócio da Famiglia, diz que a butique criativa requer uma fórmula de atuação em constante construção. 'Afinal, é esse espírito que gera o nervosismo que a novidade requer', filosofa. Francisco Petros, também sócio da Famiglia e que saiu do mercado financeiro para se aventurar no mundo da comunicação, diz que sua visão pragmática dos negócios teve que se reestruturar. 'propaganda é um negócio de idéias, que não se pode mensurar. É subjetivo e requer agilidade para funcionar.'
Para muitos publicitários o modelo de butique parece se adaptar melhor às necessidades do momento de transição pelo qual passa o mercado de comunicação. Afinal, as demandas dos anunciantes se tornaram multimídias e a flexibilização e rapidez da agência são mais do que adequadas ao momento.
'Não é tanto questão de tamanho, mas de ter capacidade de romper com estruturas acomodadas e inaugurar caminhos que dêem resultados na tarefa de produzir imagem e construir marca', diz Francucci.
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Chega ao País a moda das butiques de criação
domingo, 2 de setembro de 2007
Empresa de Serviços: Do "Know-how" ao "Know-who"
As relações de negócio, geralmente, iniciam-se com a confiança ou um voto de confiança do consumidor no fornecedor, ou seja, o consumidor acredita que o produto atingirá a finalidade prometida pelo fornecedor. Assim, as pessoas compram produtos ou serviços por confiarem tanto na qualidade do produto/serviço a ser prestado como na pessoa do vendedor. Assim, ao teorizar-se sobre a concorrência cada vez mais intensa nos diversos ramos dos negócios, percebe-se que o diferencial competitivo de um determinado negócio pode iniciar na sua habilidade de captar a confiança de seu potencial cliente nos produtos e serviços que a empresa oferece ao mercado.
É importante lembrar que a venda de produtos também evolve a confiança do comprador no vendedor. Contudo, vamos falar especificamente de empresas prestadoras de serviços comoditizados, tal como as profissões clássicas de advogado, dentista, médico, etc.
Alguns anos atrás, quando o número de ofertas de serviços era menor, a existência de laços de confiança não significava um diferencial competitivo, pois a confiança entre comunidade e o empresário já estava estabelecida. Explico: como existiam poucos fornecedores de certos serviços, mencionados fornecedores já eram previamente conhecidos de seus potenciais clientes ou eram amigos de amigos dos potenciais clientes (boca-a-boca). Nesses casos, o requisito confiança já estava previamente preenchido. Logo, o diferencial competitivo estava unicamente no “know-how” (o que você conhece) do empresário, pois o laço de confiança já existia.
Contudo, com o aumento do número de fornecedores oferecendo os mais variados serviços, a antiga realidade fragilizou o “know-who” (quem você conhece), o qual se tornou exceção entre empresários e a maior parte de seus potenciais clientes.
Nesse sentido, os potenciais clientes ficaram imersos em uma gama quase infinita de oferta de serviços de aparente igualdade, ou seja, o “know-how” percebido passou a ser uma commodity de mercado. Assim, um determinado serviço pode ser visualizado como de fácil obtenção, o que dificulta ao cliente selecionar o melhor prestador de serviço, pois existem vários prestadores de serviço que realizam o mesmo serviço com aparente igualdade técnica.
Dessa maneira, a questão da confiança baseada no “know-who” passa a ser mais uma maneira de criar um diferencial na área de serviços que influencia a escolha do cliente, pois este não ficará perdido entre as diversas ofertas do mercado e escolherá aquele prestador no qual possui confiança. Quantos clientes você já conseguiu por estes serem seus amigos ou conhecidos de seus amigos? Quantos serviços sua empresa já não conseguiu por meio de indicação de seus atuais clientes (boca-a-boca)?
As duas perguntas acima, que se baseiam na rede de contatos e no marketing boca-a-boca, significam que seu cliente escolheu seu serviço por meio de um laço baseado na confiança. Portanto, é muito importante que o empresário saiba explorar sua rede de contatos por meio da criação e da manutenção de laços de confiança com as pessoas. O cuidado da referida rede será mais um diferencial competitivo de longo prazo dos serviços, pois diferenciação pode não estar apenas no seu conhecimento, mas na confiança, amizade ou rede de relacionamento em comum que o empresário mantêm com os atuais e potenciais clientes.
Para concluir: uma empresa prestadora de serviço precisa cuidar tanto de sua capacidade técnica (know-how) como de sua rede de relacionamentos (know-who), esta hodiernamente muito fragilizada pela nossa atual organização social que despessoaliza os contatos pessoais e fragiliza os laços humanos de confiança.
É importante lembrar que a venda de produtos também evolve a confiança do comprador no vendedor. Contudo, vamos falar especificamente de empresas prestadoras de serviços comoditizados, tal como as profissões clássicas de advogado, dentista, médico, etc.
Alguns anos atrás, quando o número de ofertas de serviços era menor, a existência de laços de confiança não significava um diferencial competitivo, pois a confiança entre comunidade e o empresário já estava estabelecida. Explico: como existiam poucos fornecedores de certos serviços, mencionados fornecedores já eram previamente conhecidos de seus potenciais clientes ou eram amigos de amigos dos potenciais clientes (boca-a-boca). Nesses casos, o requisito confiança já estava previamente preenchido. Logo, o diferencial competitivo estava unicamente no “know-how” (o que você conhece) do empresário, pois o laço de confiança já existia.
Contudo, com o aumento do número de fornecedores oferecendo os mais variados serviços, a antiga realidade fragilizou o “know-who” (quem você conhece), o qual se tornou exceção entre empresários e a maior parte de seus potenciais clientes.
Nesse sentido, os potenciais clientes ficaram imersos em uma gama quase infinita de oferta de serviços de aparente igualdade, ou seja, o “know-how” percebido passou a ser uma commodity de mercado. Assim, um determinado serviço pode ser visualizado como de fácil obtenção, o que dificulta ao cliente selecionar o melhor prestador de serviço, pois existem vários prestadores de serviço que realizam o mesmo serviço com aparente igualdade técnica.
Dessa maneira, a questão da confiança baseada no “know-who” passa a ser mais uma maneira de criar um diferencial na área de serviços que influencia a escolha do cliente, pois este não ficará perdido entre as diversas ofertas do mercado e escolherá aquele prestador no qual possui confiança. Quantos clientes você já conseguiu por estes serem seus amigos ou conhecidos de seus amigos? Quantos serviços sua empresa já não conseguiu por meio de indicação de seus atuais clientes (boca-a-boca)?
As duas perguntas acima, que se baseiam na rede de contatos e no marketing boca-a-boca, significam que seu cliente escolheu seu serviço por meio de um laço baseado na confiança. Portanto, é muito importante que o empresário saiba explorar sua rede de contatos por meio da criação e da manutenção de laços de confiança com as pessoas. O cuidado da referida rede será mais um diferencial competitivo de longo prazo dos serviços, pois diferenciação pode não estar apenas no seu conhecimento, mas na confiança, amizade ou rede de relacionamento em comum que o empresário mantêm com os atuais e potenciais clientes.
Para concluir: uma empresa prestadora de serviço precisa cuidar tanto de sua capacidade técnica (know-how) como de sua rede de relacionamentos (know-who), esta hodiernamente muito fragilizada pela nossa atual organização social que despessoaliza os contatos pessoais e fragiliza os laços humanos de confiança.
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Empresa de Serviços: Do "Know-how" ao "Know-who"
Filme sobre energia não poluente concorre ao Emmy
Fotografia impecável e trilha sonora na medida, o filme faz parte da campanha da linha Ecomagination da GE (General Eletric) desenvolve produtos de baixo impacto ambiental, com destaque para a produção de energia não poluente como a eólica (produzida a partir da captação do vento). As cenas mostram o esforço de um menino para capturar o vento e levar para a casa da família. O que parece só imaginação de criança já está sendo feito pela GE. A peça, criada pela agência BBDO de Nova York, está concorrendo ao Emmy 2007.
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Filme sobre energia não poluente concorre ao Emmy
Filme da GE mostra 'pescaria' de água limpa
Esta outra campanha é também da linha de produtos ecologicamente corretos da GE, a Ecoimagination. Dessa vez, está divulgando o serviço de processamento de água (reuso e tratamento de esgoto). A empresa tem feito investimentos anuais consideráveis (a previsão é de US$ 1,5 bilhões até 2010) em pesquisas de projetos ligados à produção de energia renovável, produtos e serviços não poluentes (ver nota abaixo). A preservação ambiental se tornou um negócio lucrativo - de acordo com o raking da revista Forbes a GE é uma das mais admiradas do mundo.
Fonte: CIP
Fonte: CIP
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Filme da GE mostra 'pescaria' de água limpa
Google e a viajem dos e-mails
Olha só o video que o ggogle criou para mostrar como os e-mails chegam até nós, ou melhor, como estas pobres mensagens viajam pelo espaço cibernético.
Bem engraçado:
Bem engraçado:
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Google e a viajem dos e-mails
sábado, 1 de setembro de 2007
Saiba escolher e-mail marketing
É comum empresas ainda desconhecerem requisitos mínimosComo o assunto "e-mail marketing" no mercado brasileiro é relativamente novo, é comum encontrarmos empresas que ainda desconhecem os requisitos mínimos e políticas para se trabalhar corretamente com marketing digital.É crescente o número de empresas que oferecem soluções para o envio de e-mail marketing. As opções, na hora de contratar, são muitas. Para orientar a escolha do fornecedor, relaciono alguns pontos que devem ser considerados. Mesmo que alguns dos itens listados não se encaixem com a sua realidade atual, é importante conhecê-los para um planejamento de crescimento.Suporte ao planejamentoÉ de extrema importância escolher um fornecedor que ofereça suporte técnico e possua equipe especializada para auxiliar no planejamento de suas ações. Além do suporte ao planejamento da campanha, que é essencial para obter resultados satisfatórios, o fornecedor deve auxiliá-lo na produção de templates otimizados, alinhamento dos pontos de conversão no website e integração entre plataformas. A importância do template bem formatado está inteiramente ligada à performance do e-mail marketing. Os pontos de conversão no website devem ser estipulados para medir o retorno da campanha após o clique na mensagem. Muito mais do que oferecer uma solução de integração entre plataformas, é preciso avaliar o nível de suporte oferecido pela solução contratada para que este processo seja simples, ágil e bem-sucedido.Performance x anti-spamQuando falamos em performance, é comum não darmos a devida importância às políticas anti-spam utilizadas por provedores. Parece fantástico entregar 300.000 e-mails por hora. Mas será possível manter tal performance se boa parte dos endereços de e-mail forem do mesmo provedor?Conheço ferramentas de e-mail marketing que apresentam índices altíssimos de entrega. Porém, as taxas de aberturas e cliques são extremamente pequenas. Esta é uma evidência de que as mensagens não estão sendo entregues na caixa de entrada dos destinatários, provavelmente, barradas por anti-spam. Antes de escolher o fornecedor, verifique se a solução oferece relatórios claros e detalhados para auditoria das entregas. Certifique-se como funciona o tratamento dos erros (bounces). O ideal é o sistema não os devolver para o seu e-mail e sim tratá-los automaticamente e apresentar, separadamente, erros e e-mails devolvidos. Questione o fornecedor sobre o monitoramento da reputação dos servidores junto aos órgãos de auditoria e sistemas de autenticação como o DKIM (Domain Keys Identified Mail). O método DKIM gera uma assinatura digital para envio dos e-mails, o que possibilita aos provedores de internet validarem a autenticidade do remetente e a integridade da mensagem.IntegraçãoO termo SOA (Service-Oriented Architecture) é um estilo de arquitetura de software que permite que as funcionalidades implementadas pelas aplicações sejam disponibilizadas na forma de serviços. É a transformação das ferramentas de trabalho em serviços que, interligados, podem ser reaproveitados para servir novas funcionalidades ao seu negócio.A criação de serviços interligados e o reaproveitamento dos mesmos são cruciais para uma boa arquitetura de TI e redução de custos.Verifique se a solução a ser contratada oferece web-services para integrar, de forma simples e flexível, os pontos de captura de cadastros opt-in, de forma a evitar o trabalho manual. Enriqueça o CRM e sua força de vendas com a integração de históricos e envios de e-mails automáticos.ExperiênciaProcure referências de empresas que utilizem soluções diferentes antes de fazer a escolha pelo preço. A pesquisa, nesta etapa, é fundamental.Ainda no processo de decisão, faça o opt-in em web-sites de empresas que utilizam a solução escolhida e acompanhe os recebimentos. Assim, você poderá auditar, por exemplo, como o opt-out é realizado. Este é um ponto importante para a redução de taxas de reclamação por spam e auxilia na qualificação da reputação dos servidores de envio de e-mail marketing.*Ceo da Virid Interatividade Digital
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Saiba escolher e-mail marketing
Kotler: Observe o mercado para conquistar novos clientes
“Identifique os prospects ideais para qualquer coisa que você pretenda vender”, ensinou o especialista mundial em marketing, Philip Kotler, no segundo dia do Fórum Mundial de Estratégia e Marketing, promovido pela HSM. Ele relatou, em sua conferência, os principais pontos a serem abordados no marketing de precisão para conquistar e manter clientes lucrativos. “Avalie o público ideal para comprar o seu produto em razão das atividades que realiza, dos interesses que possui e das opiniões defendidas. Afinal, estudar o estilo de vida de um público-alvo é fundamental para conquistá-lo”, comentou, ao explicar que aqueles que assistem TV com freqüência devem ser abordados de maneira diferente daqueles que passam muito tempo surfando na Internet.“Se você definiu isso, atingiu o centro vermelho, mas não deixe de prestar atenção no círculo branco, onde estão os considerados não clientes”, disse o especialista, ao comparar a atividade com um painel de dardos. Ele expõe que o fundamental é focar os clientes em potencial, e que não é preciso dispensar muito tempo com o público “não cliente”. Contudo, não é irrelevante entender quais são as resistências dessa parcela da população para poder vencê-las. “Sempre existe algo plausível a ser feito”, disse, ao relatar que uma fabricante americana de tacos de golfe resolveu estudar o motivo que fazia com que muitos aposentados não jogassem golfe, apesar do tempo e do capital financeiro disponível.A empresa teve, então, aquilo que Kotler chama de insight e de palavra quente do marketing de hoje. Com base em uma pesquisa, a empresa descobriu que o motivo que fazia com que essas pessoas não jogassem golfe era a vergonha de segurar os tacos, bater na bola e não acertar. A empresa resolveu então tentar conquistar aquela promissora fatia do mercado. Criou um taco tão grande que os praticantes não poderiam errar a bola. Muita gente começou a jogar em razão do novo taco. Perceber o que está por trás – Tão importante quanto realizar uma pesquisa é compreender suas entrelinhas. Ele explica que uma pesquisa de atitude é sempre superficial. “As pessoas nunca dizem a verdade”, garantiu, ao sugerir como teste que o estrategista pergunte a um amigo o motivo que o levou a comprar um modelo de veículo da marca Mercedes. “Ele dirá que se sentiu atraído pela engenharia do veículo”, apostou.
Ferramentas de marketing usadas para manter clientes – Para ilustrar as ações mais eficazes para assegurar a fidelidade dos clientes, Kotler mencionou quatro tópicos fundamentais: como melhorar o papel do profissional da área nas relações de marketing das empresas; como descobrir novas oportunidades; como encontrar novas oportunidades para se comunicar; e como encontrar novas tecnologias.“O marketing não se resume a táticas, mas em centrar o foco no cliente. É muito mais amplo que uma função promocional”, expôs o especialista em marketing ao enfatizar o conceito holístico em que este deve estar inserido. “É preciso atrair, reter e aumentar, fazer com que aquele cliente gaste mais com um portfólio mais amplo de produtos”. E exemplificou que um banco deve sempre tentar vender diferentes tipos de seguros para o mesmo cliente.Kotler também expôs a importância do marketing socialmente responsável, que envolve ética e responsabilidade social corporativa. “Esse é um conceito novo, ainda praticado de maneira tímida e não sistemática, mas acho fundamental que as empresas se questionem sobre o motivo que não as leva a fazê-lo de maneira sistemática, afinal tudo aquilo que for feito de maneira diferente um dia será copiado e o cliente que tiver dúvidas no momento de optar por produtos semelhantes de marcas diferentes podem escolher aquele item da empresa que pratica esse tipo de marketing”. O especialista explicou que muitas empresas concentram seus esforços em produtos para o cliente final, e o marketing tem muito a fazer antes de a equipe de vendas entrar em ação. “São áreas diferentes, mas devem interagir”, revelou, ao mencionar a importância do business to business, por exemplo. Sem conquistar o varejista, responsável pelos espaços que o produto de cada empresa ocupa nas gôndolas de um grande mercado, o esforço de marketing perde um pouco da sua força.Obter idéias dos clientes – Na opinião de Kotler, uma eficiente maneira de conquistar clientes é considerar seus anseios, perceber como usam o produto e entender quais os problemas apresentados por itens adquiridos. Também enfocou a importância de questionar os consumidores acerca de itens considerados por eles ideais. “Incentivar um cliente a modificar ou aperfeiçoar um produto pode resultar em novas idéias. Uma mulher questionada acerca do carro capaz de satisfazer suas necessidades pode sugerir o desenvolvimento de um banco giratório que não dificulte sua saída do carro quando sua roupa for um vestido. E, esse tipo de sugestão pode resultar em bons negócios”, mencionou.
O marketing lateral – Existem muitas maneiras de vender produtos, como o cereal, e várias maneiras de criar novos sabores e linhas. É preciso apenas acrescentar outros itens. Contudo, o diferencial não se resume apenas em desenvolver novas marcas e razão de sabores, mas também a maneira de vender. Entra em cena então o marketing lateral, que combina idéias e estimula o desenvolvimento de uma maneira diferente de fazer com que o produto ou serviço chegue ao cliente. Kotler relatou que a Kellogg’s descobriu uma maneira de fazer isso. Percebeu que alguns de seus clientes, principalmente os homens, levavam para o trabalho um saquinho com cereal para comerem durante o dia. A empresa notou então a oportunidade de desenvolver um produto que agregasse ao sabor a facilidade. Criou as barrinhas de cereal, ou seja, variou a maneira de vender seus produtos, agora disponíveis também fora das caixas.Novas maneiras de se comunicar – Diante da existência de vários tipos de mídia e diferentes situações capazes de estabelecer contato com o cliente, Kotler retratou que até idéias aparentemente descabidas devem ser consideradas. Ele lembrou a história de um jovem que queria vender apartamentos pela Internet. E, mesmo sem apostar totalmente na idéia, o chefe do profissional permitiu que ele realizasse a façanha. A idéia conquistou os clientes, mas o principal motivo do sucesso está atrelado ao enfoque da ação. O jovem direcionou seus esforços àqueles que deixam seus paises para trabalhar temporariamente em outros lugares. Aqueles que desejavam trabalhar no Japão eram contatados pelo jovem, que oferecia desconto de 30% para aqueles que fechassem negócio antes de embarcarem. “É em razão desse tipo de percepção acerca do mercado que acredito na necessidade de as empresas contratarem sempre gente nova, adepta do mundo on-line”.
Ferramentas de marketing usadas para manter clientes – Para ilustrar as ações mais eficazes para assegurar a fidelidade dos clientes, Kotler mencionou quatro tópicos fundamentais: como melhorar o papel do profissional da área nas relações de marketing das empresas; como descobrir novas oportunidades; como encontrar novas oportunidades para se comunicar; e como encontrar novas tecnologias.“O marketing não se resume a táticas, mas em centrar o foco no cliente. É muito mais amplo que uma função promocional”, expôs o especialista em marketing ao enfatizar o conceito holístico em que este deve estar inserido. “É preciso atrair, reter e aumentar, fazer com que aquele cliente gaste mais com um portfólio mais amplo de produtos”. E exemplificou que um banco deve sempre tentar vender diferentes tipos de seguros para o mesmo cliente.Kotler também expôs a importância do marketing socialmente responsável, que envolve ética e responsabilidade social corporativa. “Esse é um conceito novo, ainda praticado de maneira tímida e não sistemática, mas acho fundamental que as empresas se questionem sobre o motivo que não as leva a fazê-lo de maneira sistemática, afinal tudo aquilo que for feito de maneira diferente um dia será copiado e o cliente que tiver dúvidas no momento de optar por produtos semelhantes de marcas diferentes podem escolher aquele item da empresa que pratica esse tipo de marketing”. O especialista explicou que muitas empresas concentram seus esforços em produtos para o cliente final, e o marketing tem muito a fazer antes de a equipe de vendas entrar em ação. “São áreas diferentes, mas devem interagir”, revelou, ao mencionar a importância do business to business, por exemplo. Sem conquistar o varejista, responsável pelos espaços que o produto de cada empresa ocupa nas gôndolas de um grande mercado, o esforço de marketing perde um pouco da sua força.Obter idéias dos clientes – Na opinião de Kotler, uma eficiente maneira de conquistar clientes é considerar seus anseios, perceber como usam o produto e entender quais os problemas apresentados por itens adquiridos. Também enfocou a importância de questionar os consumidores acerca de itens considerados por eles ideais. “Incentivar um cliente a modificar ou aperfeiçoar um produto pode resultar em novas idéias. Uma mulher questionada acerca do carro capaz de satisfazer suas necessidades pode sugerir o desenvolvimento de um banco giratório que não dificulte sua saída do carro quando sua roupa for um vestido. E, esse tipo de sugestão pode resultar em bons negócios”, mencionou.
O marketing lateral – Existem muitas maneiras de vender produtos, como o cereal, e várias maneiras de criar novos sabores e linhas. É preciso apenas acrescentar outros itens. Contudo, o diferencial não se resume apenas em desenvolver novas marcas e razão de sabores, mas também a maneira de vender. Entra em cena então o marketing lateral, que combina idéias e estimula o desenvolvimento de uma maneira diferente de fazer com que o produto ou serviço chegue ao cliente. Kotler relatou que a Kellogg’s descobriu uma maneira de fazer isso. Percebeu que alguns de seus clientes, principalmente os homens, levavam para o trabalho um saquinho com cereal para comerem durante o dia. A empresa notou então a oportunidade de desenvolver um produto que agregasse ao sabor a facilidade. Criou as barrinhas de cereal, ou seja, variou a maneira de vender seus produtos, agora disponíveis também fora das caixas.Novas maneiras de se comunicar – Diante da existência de vários tipos de mídia e diferentes situações capazes de estabelecer contato com o cliente, Kotler retratou que até idéias aparentemente descabidas devem ser consideradas. Ele lembrou a história de um jovem que queria vender apartamentos pela Internet. E, mesmo sem apostar totalmente na idéia, o chefe do profissional permitiu que ele realizasse a façanha. A idéia conquistou os clientes, mas o principal motivo do sucesso está atrelado ao enfoque da ação. O jovem direcionou seus esforços àqueles que deixam seus paises para trabalhar temporariamente em outros lugares. Aqueles que desejavam trabalhar no Japão eram contatados pelo jovem, que oferecia desconto de 30% para aqueles que fechassem negócio antes de embarcarem. “É em razão desse tipo de percepção acerca do mercado que acredito na necessidade de as empresas contratarem sempre gente nova, adepta do mundo on-line”.
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