Finalmente férias da ESPM, graças amim e a papi do céu passada em todas e menos um semestre!!
Nosso trabalho de história da arte ficou bom demais. Olha o video que fiz...
sábado, 30 de junho de 2007
Depois do YouTube, do Joost e da TV do Marcio Machado, chegou o Kyte
O YouTube espalhou a moda de colocar, de certa forma, a TV na internet. Dai nasceram o Joost e a TV colaborativa do Marcio Machado. Agora nasce o próximo passo nessa evoluçao dado pelo Kyte. A idéia é oferecer aos usuários a possibilidade de criar seu próprio canal de TV e respectivos shows, que podem ser transmitidos através de blog, página pessoal ou celular. Depois de se cadastrar, o serviço te permite fazer o upload de vídeos, fotos, voz, sons, organizar tudo no estilo drag and drop (arrastar e soltar) e usar efeitos entre um e outro, como fade in, fade out, zoom, texto ou cores. E, claro, como já era de se esperar, o Kyte recebeu investimento do grupo de investidores co-fundado por Niklas Zennstrom que, como vocês sabem, é co-fundador do Kazaa, Skype e Joost ;- ).
quinta-feira, 28 de junho de 2007
Deixem os bits com a gente
A Web 2.0 está na moda. Conteúdos colaborativos, marketing viral, comunidades online, Wikipedia, família Google de produtos: Google Search, Gmail, Orkut, AdSense, Earth e, a mais nova aquisição, You Tube. Mais do que pela qualidade das ferramentas e serviços, a Web 2.0 é um sucesso porque deu ao usuário aquilo que nenhuma outra mídia dá: PODER. O internauta de hoje não se contenta em acessar as galerias do Louvre de seu computador. Ele quer interagir, dividir com o mundo a sua experiência de ter estado em frente ao quadro da Monalisa, quer alertar o viajante para ter paciência com o mar de japoneses que terá de enfrentar para chegar até a obra de Da Vinci. O internauta de hoje não vai ao site dos Beatles para saber se as remasterizações reunidas no disco Love são boas; ele faz uma busca no Google por blogs que falam do assunto e vai saber de outras pessoas, anônimos como ele, se vale a pena comprar o disco. O consumidor do meio digital (interativo e com opinião) é o oposto daquele dos meios de massa (passivo e influenciável). Entender essa premissa é o ponto de partida para se criar um projeto para Internet. Chamar uma Agência Digital para o planejamento e realização desse projeto é o primeiro passo. O tripé da construção webPegando carona no livro "A vida digital" de Nicholas Negroponte, podemos dizer que as agências de publicidade estão acostumadas a pensar em átomos. São responsáveis pela concepção da identidade corporativa do cliente e por trabalhar em mídias tangíveis sem resposta imediata do público, como jornais, revistas e outdoors; são predominantemente formadas por profissionais de comunicação. Já as agências digitais pensam em bits. Planejam e criam ações para um meio virtual e interativo, com resposta imediata, que pode abranger, além da comunicação, serviços e entretenimento; são formadas por profissionais multidisciplinares das áreas de comunicação, tecnologia, arquitetura e design. Por terem essas diferenças, atuam em competências distintas e possuem expertises complementares. Ao contrário do que já se pensou no passado, as digitais não são concorrentes das agências de publicidade. É bem verdade que não faltaram tentativas de se criar núcleos web dentro das agências tradicionais. Mas o fato de a maioria, senão a totalidade, desses núcleos não existirem mais é a prova necessária de que se deve manter os átomos sob responsabilidade de um tipo de agência e os bits com outro. Dentro dessa lógica, o mercado gaúcho tem experimentado a realização de projetos web sustentados pelo tripé: cliente, agência de publicidade e agência digital. Ao cliente, cabe passar suas necessidades, seus objetivos. Um exemplo dessa sinergia em ação é o projeto Ipanema Gisele Bündchen. A marca de calçados da Grendene teve a campanha conceituada pela W/Brasil, e executada pela agência para as mídias impressas e TV. Para a campanha na internet, foi chamada a W3Haus que, a partir das informações conceituais recebidas do cliente e da agência, planejou e executou as ações online da marca. O resultado está em http://www.ipanemagiselebundchen.com.br. A evolução do processo está na ratificação desse modelo junto ao mercado. O tema está na pauta tanto da Associação Gaúcha das Agências Digitais – AGADi, como da Associação Riograndense de Propaganda – ARP. Em uma primeira reunião entre as entidades, ficou claro que existe o interesse de ambas as partes. É apenas uma questão de tempo para que esse modelo saia do ambiente virtual composto por bits, e seja posto no papel formado por átomos.
Tiago RitterSócio-Diretor da W3haus
Tiago RitterSócio-Diretor da W3haus
Agência de Propaganda não sabe nada de internet!!
Uau!! foi a reação dos 300 alunos de comunicação que lotaram o Top de marketing em Sala de Aula na Unisinos. Ponto para as agências digitais, mas não por muito tempo...Fiz a afirmação para provocar propositalmente, mas a reação me preocupou pela anuência geral.Aliás já assisti discussões memoráveis e maniqueístas sobre Agências de PP X Agências Digitais. Algumas hilárias. Mas o fato é que chega a assustar a falta de conhecimento de algumas (várias?) agências de propaganda a respeito do que o meio internet pode fazer pelo marketing e pelo resultado do seu cliente.A galera do meio digital também não ajuda. Termos como marketing digital é uma das maiores bobagens que já ouvi e repetimos isso por aí como macacos de auditório nos sentindo o máximo. Como se o marketing e a comunicação pudessem ser segmentados em OFF e ON LINE. Bobagem!!!A diferença entre se comunicar com o seu cliente por e-mail ou por carta é o meio que deverá ser escolhido de acordo com a ocasião e o objetivo. O importante é se comunicar com o seu cliente. Uma pesquisa on line provavelmente trará resultados mais rápidos, mas ainda assim é uma pesquisa. E o foco da empresa deve ser o de fazer uma pesquisa. O meio que utilizará é uma escolha estratégica mas não o foco. Não há nada mais digital hoje do uma impressora plotter para grande formatos que as gráficas tanto usam para os clientes das agências de propaganda, mas estas não vivem por aí a descrever os processos misteriosos que fazem aquelas maravilhas que vemos na mídia exterior. O cliente quer ver o resultado e não como se faz.Searching Marketing sozinho é um universo paralelo, que requer estudo profundo e técnica e que dá um grande resultado. Repita esta expressão dentro de uma agência de propaganda e ouvirá provavelmente um rotundo HEIN?!?!. Mas vejam que é uma das ferramentas mais inovadoras em promoção e que mais dá resultado hoje, em especial para a empresa que tem uma compra on line. E-mail marketing, SMS marketing e outros termos da era digital são ferramentas á disposição da comunicação promocional da empresa que já dão grande resultado. Mas que passam longe hoje de muitas reuniões das principais agências de propaganda do Brasil. Mas repito, os termos em si já são o primeiro e monstruoso obstáculo...Em 2004 fiz uma reunião numa grande agência de SP. O cara da tecnologia chegou a abaixar a voz para dizer que o dono orgulhosamente adorava falar aos 4 ventos nos enormes corredores de sua maravilhosa agência que desdenhava da web. Errado? Difícil argumentar quando 90% da verba gasta pelo cliente vai para TV, Jornal e mídia externa e a web é contemplada dentro dos 10% restantes como "outros". Descoberta a America seus jovens românticos. Sim, não pensem que estes donos de grandes agências, que tem um modelo de negócio fabuloso onde intermediam espaços publicitários nos veículos a taxas fixas de comissão de 20%, são burros ou descerebrados. Não, são especialistas neste tipo de comunicação, tem equipes para lá de criativas e não ganham seus prêmios a toa. Ao contrário, enchem nosso olhos com comunicações que são verdadeiras obras de arte do design e do cinema. Sabem despertar o desejo do cliente como ninguém. E enchem o bolso de dinheiro ganhando 20% sobre milhões de dólares.Não, as agências digitais não vão embolsar tão cedo estes milhões. Nem as agências de PP vão morrer ignorantes. Nem 8 nem 80. O fato é que as agências digitais estão prosperando num meio físico (ou virtual? bobagem!) com tecnologia que dá resultado. Websites, hot sites, e-commerce, e-mail marketing, serching marketing, pop up´s, layer´s, banner´s e etc caíram nas graças dos clientes. Ainda mais porque comparados aos custos "off line" fazem qualquer gerente de marketing dar risada. Por que não fazer? Por outro lado estamos num país em que apenas 18% da população tem acesso a um computador. Tá certo que são os 18% com mais poder aquisitivo. Mas os outros 82% tb vivem, comem, se vestem, usam celular (e muito) e até compram sabonete. Entendeu espertinho? Então pára de comparar televisão com internet e outdoor com banner, todos dão resultado...O verdadeiro desastre está acontecendo dentro do cliente. Que sabe mais que sua agência de propaganda sobre o resultado que quer, mas ainda é mais ignorante que as agências digitais em internet. Só que, AHÁ, se as estratégias de comunicação e negócios e mesmo as campanhas brilhantes que as agências de PP criam fossem combinadas com as ações e ferramentas que as agências digitais dominam o resultado do cliente seria geometricamente superior. Em milhões. E está sendo para quem justamente está conseguindo este verdadeiro feito. Porque de fato o que todo mundo sabe e é o que mais acontece para 10 entre cada 10 empresas é que ela se vê obrigada a contratar 2 agências hoje. Uma digital e uma de propaganda. Não haveria mal nenhum nisso se as competências fossem realmente separadas. Não são. Ambas tratam da comunicação da empresa com o mercado. Se as maneiras de se comunicar diferem radicalmente por causa da mídia (ou meio) o conteúdo é o mesmo, o foco é o mesmo e o resultado que se quer definitivamente é o mesmo.Mas além de falarem línguas diferentes as agências também não se falam. Nem mesmo fazem muita questão. De fato cada uma delas invade um pouco o espaço da outra. Cada vez mais. Várias agências de PP criaram seus núcleos on line e avançaram da Idade da Pedra para a Idade Média. Por outro lado as agência digitais e seus termos ultra super modernos ainda pertecem demais a um empresariado muito jovem e técnico. Técnicos tem dificuldade de comunicação tanto quanto publicitários tem dificuldades com números. Basta ver as maiores agências digitais do Brasil e também as pequenas que mais crescem. Estas são exemplos de diversidade de comando e de inteligência emocional. São agências que tem na sua fonte sócios empreendedores técnicos e sócios publicitários, administradores e marketeiros que manjam de negócios, de resultado e de comunicação. Este é o modelo de agência digital campeão. Além de tecnologia comporta conteúdo, criatividade e capacidade de negócios. Mas tem que parar com esta mania que vem desde a bolha da internet. De achar que está reiventando a roda. Acreditem-me, estão fazendo igual a todos os publicitários mais incapazes que conheci. Se escondem atrás de termos de marketing modernos para valorizar sua área e o que cobram. Não precisa. O que se faz para o cliente hoje, no meio on line e no off line é a mesma coisa. Comunicação, muita comunicação. Que auxilia o marketing e a promoção. O que muda com a internet é a velocidade e o alcance geográfico, além da migração de processos e serviços como a compra on line por exemplo. Ou seja, a internet acelera os processos e o resultado.Mas isso não pode causar um deslumbramento tão grande a ponto de deixar as agências digitais tão longe dos mortais e as agências de propaganda tão longe dos vivos. Na minha opinião ambas fazem o mesmo, orientam o cliente numa comunicação que dá resultado. Deveriam ser uma só ou deveriam andar juntas. Deveriam ser uma única fatura. Não são. Obviamente que a especialização é uma evolução natural e não é errado se contratar uma agência de PP, uma de Marketing Direto, uma de de Searching Marketing e uma Digital. Mas a falta de conhecimento das possibilidades da web tranforma a conversa numa Babel moderna. Enquanto isso a ignorância de uma é a prosperidade da outra. O excesso técnico da outra sustenta a primeira. E não raro uma segue extamente a orientação da outra numa rotina diária e numa balança que pende em inteligência para as digitais e em dólares e comunicação para as de propaganda.UFA!! Ainda bem que entre as duas (3 ou 4?) está o cliente dosando com bom senso os excessos e colhendo os resultados. Ou não?
A Coca-Cola contra-ataca!
Muito perfeito este texto de Cesar Paz - Diretor-Presidente da AG2
Na semana passada, minha filha de 16 anos chegou em casa quase eufórica e noticiou:- Pai, agora sou Embaixadora da Coca!- Tá bom, filhota, e isso dá quantos anos de cadeia?- Ah, pai, é sério, o pessoal da Coca-Cola me convidou, consideraram o conteúdo do meu Orkut, os quase mil amigos e fizeram uma entrevista comigo pelo MSN, pegaram também referências com um contato aqui do Sul. Tô dentro!Meu Deus! Passei os últimos anos da minha vida ensinando às minhas filhas o prazer dos sucos naturais e agora minha casa virou a embaixada do inimigo. Onde eu teria errado?Exatamente onde eu não sei, mas o pior é que me atingiram usando ferramentas que eu conheço muito bem e através daquilo que eu tenho de mais precioso. Fisgaram a minha filha na internet!Bom, primeiro preciso explicar um pouco a minha relação de amor e ódio com a Coca-Cola. O fato é que eu sou do tempo em que beber Coca-Cola era um prazeroso programa familiar dos almoços de domingo. Não é à toa que, nos anos 70, a Coca de 1 litro era conhecida como Coca-Cola família.Depois fui crescendo e transformando minha percepção da tal Coca-Cola. Aos 16 anos, já com alguma formação marxista e no meio do agitado movimento estudantil, a Coca virou para mim e meus “companheiros” uma grande vilã, símbolo do imperialismo americano! Mas ainda assim..., confesso, absolutamente eficiente e indispensável para curar nossas ressacas!Depois, com mais de 30, já com família e pensando muito no planeta sustentável que deixaria para meus filhos e netos, a Coca-Cola e o tal Ciclamato de Sódio viraram sinônimo de bebida de fast-food, engordante e inimiga da boa alimentação. Mesmo nessa fase, eu ainda não conseguia abrir mão da nova Coca Light e da sua proposta de prazer e apenas 1 caloria.Finalmente, aos 40 anos, achei que tinha conseguido. Eu e minha família não tínhamos mais nenhuma dependência da Coca (Cola)! Na geladeira de casa só água, chás e os sucos! As filhas, em especial, cresceram sem estímulos ao consumo dessa centenária bebida e simplesmente “não gostavam”. Parecia que eu havia ganho esse batalha pessoal contra o gigante de cor escura e formas onduladas!Qual nada, ...inimigo bom é inimigo que não se rende, e com uma competência cibernética rara às empresas globais e de consumo de massa, a Coca-Cola conquistou a minha filha por meio de um posicionamento que privilegia o relacionamento através da internet . Tudo isso aconteceu muito rápido e via ações de divulgação no ambiente web do Estúdio Coca-Cola, uma sacada bem legal da Coca que é toda contextualizada na música, focada no público jovem e com apelo politicamente correto de “aproximar diferenças”. A ação reúne num “estúdio/palco” da MTV artistas tão diferentes como Lenine e Marcelo D2 ou Pitty e Negrali. Na real, os “embaixadores da Coca-Cola”, detentores de informação e experiência diferenciada na produção dos shows, serão os responsáveis naturais pelo “buzz” junto à galera do seu círculo de influência. Certamente uma experiência inusitada e que vai tatuar a marca Coca-Cola na mente dessa meninada. O mais interessante é que as ações de envolvimento dos “Embaixadores” com a marca têm vários desdobramentos na web. Nesse início, pós o processo de seleção (todo feito via MSN e Orkut), os embaixadores foram desafiados a montar uma comunidade no Orkut que teria que conter a expressão “Estúdio Coca-Cola”. O Embaixador que montasse a maior comunidade (tarefa a ser concluída durante um final de semana) iria ao próximo show em SP com mordomias compatíveis com a dos diplomatas de Brasília. Nada mal!Pois é, acho até que agora já estou mais conformado. A Coca me ganhou essa, senti o golpe. Mas a luta continua e, agora, cada vez mais longe da mídia de massa!
Na semana passada, minha filha de 16 anos chegou em casa quase eufórica e noticiou:- Pai, agora sou Embaixadora da Coca!- Tá bom, filhota, e isso dá quantos anos de cadeia?- Ah, pai, é sério, o pessoal da Coca-Cola me convidou, consideraram o conteúdo do meu Orkut, os quase mil amigos e fizeram uma entrevista comigo pelo MSN, pegaram também referências com um contato aqui do Sul. Tô dentro!Meu Deus! Passei os últimos anos da minha vida ensinando às minhas filhas o prazer dos sucos naturais e agora minha casa virou a embaixada do inimigo. Onde eu teria errado?Exatamente onde eu não sei, mas o pior é que me atingiram usando ferramentas que eu conheço muito bem e através daquilo que eu tenho de mais precioso. Fisgaram a minha filha na internet!Bom, primeiro preciso explicar um pouco a minha relação de amor e ódio com a Coca-Cola. O fato é que eu sou do tempo em que beber Coca-Cola era um prazeroso programa familiar dos almoços de domingo. Não é à toa que, nos anos 70, a Coca de 1 litro era conhecida como Coca-Cola família.Depois fui crescendo e transformando minha percepção da tal Coca-Cola. Aos 16 anos, já com alguma formação marxista e no meio do agitado movimento estudantil, a Coca virou para mim e meus “companheiros” uma grande vilã, símbolo do imperialismo americano! Mas ainda assim..., confesso, absolutamente eficiente e indispensável para curar nossas ressacas!Depois, com mais de 30, já com família e pensando muito no planeta sustentável que deixaria para meus filhos e netos, a Coca-Cola e o tal Ciclamato de Sódio viraram sinônimo de bebida de fast-food, engordante e inimiga da boa alimentação. Mesmo nessa fase, eu ainda não conseguia abrir mão da nova Coca Light e da sua proposta de prazer e apenas 1 caloria.Finalmente, aos 40 anos, achei que tinha conseguido. Eu e minha família não tínhamos mais nenhuma dependência da Coca (Cola)! Na geladeira de casa só água, chás e os sucos! As filhas, em especial, cresceram sem estímulos ao consumo dessa centenária bebida e simplesmente “não gostavam”. Parecia que eu havia ganho esse batalha pessoal contra o gigante de cor escura e formas onduladas!Qual nada, ...inimigo bom é inimigo que não se rende, e com uma competência cibernética rara às empresas globais e de consumo de massa, a Coca-Cola conquistou a minha filha por meio de um posicionamento que privilegia o relacionamento através da internet . Tudo isso aconteceu muito rápido e via ações de divulgação no ambiente web do Estúdio Coca-Cola, uma sacada bem legal da Coca que é toda contextualizada na música, focada no público jovem e com apelo politicamente correto de “aproximar diferenças”. A ação reúne num “estúdio/palco” da MTV artistas tão diferentes como Lenine e Marcelo D2 ou Pitty e Negrali. Na real, os “embaixadores da Coca-Cola”, detentores de informação e experiência diferenciada na produção dos shows, serão os responsáveis naturais pelo “buzz” junto à galera do seu círculo de influência. Certamente uma experiência inusitada e que vai tatuar a marca Coca-Cola na mente dessa meninada. O mais interessante é que as ações de envolvimento dos “Embaixadores” com a marca têm vários desdobramentos na web. Nesse início, pós o processo de seleção (todo feito via MSN e Orkut), os embaixadores foram desafiados a montar uma comunidade no Orkut que teria que conter a expressão “Estúdio Coca-Cola”. O Embaixador que montasse a maior comunidade (tarefa a ser concluída durante um final de semana) iria ao próximo show em SP com mordomias compatíveis com a dos diplomatas de Brasília. Nada mal!Pois é, acho até que agora já estou mais conformado. A Coca me ganhou essa, senti o golpe. Mas a luta continua e, agora, cada vez mais longe da mídia de massa!
quinta-feira, 21 de junho de 2007
Inteligência de trade marketing
Inteligência de trade marketing
Roberto Lira Miranda
Roberto Lira Miranda
O primeiro passo do processo de enriquecimento dos esforços de vendas e promoção dos fabricantes de produtos de consumo que alcançam o consumidor final através dos estabelecimentos de comércio varejista (lojas) para unificar os esforços dessas áreas, transformando o departamento de vendas em um autêntico departamento de trade marketing, dinamicamente empenhado no objetivo de conquistar, fidelizar e desenvolver a eficiências de seus canais de vendas, é a consolidação e a atualização contínua de informações sobre esses canais; sua posição e evolução.O sistema de Inteligência de trade marketing, sobre o qual se apoiarão os trabalhos de suprimento e reposição de estoques do varejo e os trabalhos de apoio ao escoamento desses estoques, em condições de maximizar a produtividade da distribuição e a lucratividade dos negócios, abrange:• A elaboração das curvas de concentração da distribuição em termos de contribuição para o faturamento.• A elaboração das curvas de concentração da distribuição em termos de contribuição para a lucratividade.• A análise do potencial revendedor estático – participação dos diferentes produtos em cada loja.• A análise do potencial revendedor dinâmico – perspectivas e ritmo de evolução na participação por loja.• A identificação dos referenciais de desempenho no varejo (benchmarkings) e o cálculo dos índices de produtividade por loja.• O mapeamento do processo decisório dentro de cada organização revendedora e dos meios de acesso aos influenciadores da decisão nessas organizações.• A anotação dos spots para conquista, sustentação e desenvolvimento de participação nos negócios.Muitas indústrias de primeira linha já dispõem de informação adequada e atualizada sobre grande parte desses quesitos mas, para a maioria dos fabricantes de bens de consumo, especialmente aqueles que terceirizam para os atacadistas a maior parte de seu trabalho de distribuição, essas informações ainda estão cobertas por uma cortina de desconhecimento.As das curvas de concentração da distribuição, relacionam os negócios feitos (em valores monetários) ao longo de períodos escolhidos (um a três anos, ou mais) junto a cada organização revendedora varejista (junto a cada “cliente” na linguagem ainda corrente dentro da maior parte das empresas fabricantes) identificando, seqüencialmente, o maior revendedor, o segundo, o terceiro e, assim por diante, até o menor deles.Essas curvas inevitavelmente mostram que menos de 15% do total de revendedores respondem por mais do que 75% de todo o faturamento da indústria. Ninguém precisa montar curvas de distribuição para saber disso.Mas elas também podem exibir indicadores de extraordinária importância como, por exemplo, o aparecimento como seu terceiro, quarto ou quinto maior cliente de revendedores que são líderes na venda da categoria de produtos que ela fabrica. Se essa situação não for proposital (uma decisão consciente do fabricante) ela sinalizará uma participação fraca no topo da distribuição que pode ser claramente percebida como “vendas perdidas”.Por outro lado, as curvas de concentração por contribuição aos lucros (raramente apuradas por qualquer fabricante) podem mostrar baixa lucratividade (e até prejuízo) nas vendas feitas para alguns de seus maiores clientes (aqueles junto aos quais o fabricante cedeu maiores descontos e investiu mais em esforços promocionais). Sinalizando outros que podem remunerar melhor os esforços do fabricante.A análise do potencial revendedor estático mostrará quais são as lojas dentro das quais a participação do fabricante tem sido mais ou menos relevante (acima ou abaixo de seu market share) e a analise do potencial revendedor dinâmico as organizações de maior e mais rápido crescimento, junto às quais vale mais a pena investir esforços cooperativos.A identificação dos referenciais de desempenho (melhores práticas) no marketing do varejo, permitirá ao fabricante reconhecer formas de aumentar o giro de seus produtos no varejo e utilizar essa experiência para apoiar seus revendedores, tanto quanto estabelecer objetivos específicos de crescimento junto a cada um deles. Isso, sem mencionar a vantagem de fazer de seus vendedores “especialistas” nessas práticas, em condições de dialogar de igual para igual com todos os revendedores.O conhecimento de processo decisório de cada revendedor e a possibilidade de relacionamento com os diferentes “influenciadores da decisão” dentro dessas organizações oferecerá orientação preciosa para o processo de escolha de parceiros preferenciais, junto aos quais seus esforços de aproximação tendem a produzir melhores e mais rápidos resultados (alvos para a tentativa de construção de novos modos de relacionamento capazes de fidelizar revendedores e expandir negócios junto a eles.As melhores formas de utilizar as informações desse sistema de inteligência para incrementar a qualidade e a produtividade dos trabalhos de suprimento e reposição dos estoques no varejo e de apoio ao escoamento desses estoques serão abordadas em nossos próximos textos.
Acorda Brasil
O cenário desta vez são as Filipinas. A peça foi criada a pedido de uma marca de pomada para limpeza dos poros. No outdoor, um homem que fica limpando de verdade!
Esculturas: Tim Noble e Sue Webster
Tim Noble e Sue Webster usam diferentes tipos de material descartado para construir suas peças que, num primeiro momento, parecem apenas um amontoado de lixo. No entanto, ao serem iluminados, projetam sombras de imagens espetaculares.
Cannes Brasil
Leões de Ouro

“Little flower”, “War”, “Rotten egg”, “Acid” e “Chernobyl”, da F/Nazca S&S para Plastik, em Cartazes de Ponto-de-venda

“Red sofá”, “Bedroom”, “Kitchen” e “Bookcase”, da Neogama/BBH para Adesf, em Saúde e Segurança Públicas

“Bush” e “Clinton”, da Publicis Brasil para Arno, em Utensílios Domésticos, em Eletrônicos e Áudio
Leões de Bronze

“Mogul”, “Chemistry genius” e “Employee of the month”, da F/Nazca S&S para Café Suplicy, em Bebidas Não-Alcoólicas

“Chopper”, da McCann Erickson para Exército da Salvação, em Comunitário e Educação Pública

“Superman elevator”, da JWT para Warner Bros, em Ambiente: Soluções Especiais de Pequena Escala

“Whale”, “Macaw”, “Monkey”, “Panda bear” e “Turtle”, da Fischer América para Panasonic, em Cartazes de Ponto-de-venda
Além dos sete Leões acima mencionados, o Brasil volta para casa com uma significativa quantidade de finalistas em Outdoor, listados a seguir:
“Nirvana” e “Spain”, da Lew Lara para Philco, em Utensílios Domésticos, Eletrônicos e Áudio
“Beatles”, “Kiss” e “Manson”, da Fischer América para Panasonic, em Carros e Serviços Automotivos
"Truck” e “Fire engine”, da Fischer América para Nivana, em Restaurantes e lanchonetes
“Graffe”, “Tiger”, “Zebra” e “Lion”, da DM9DDB para Zoo Safári, em Entretenimento e Lazer
“Cheerleader”, “Swimming pool” e “Typewriter”, da DM9DDB para Editora Referência, em Equipamentos e Serviços
“Monster”, da DM9DDB para Terra Portal, em Serviço Público Comercial
“Whale”, da BorghiErh/Lowe para Milk, em Imagem Corporativa
“Gangster”, “Fat lady” e “Missile”, da Famiglia para Schincariol, em Imagem Corporativa
“If you were in a Jetta...”, da AlmapBBDO para Volkswagen, em Trânsito
“Whale”, “Macaw”, “Monkey”, “Panda bear” e “Turtle”, da Fischer América para Panasonic, em Cartazes de Ponto-de-venda
“Simplifying”, “Inventing” e “Understanding”, institucional da Fallon São Paulo, em Cartazes de Ponto-de-venda
“Little flower”, “War”, “Rotten egg”, “Acid” e “Chernobyl”, da F/Nazca S&S para Plastik, em Cartazes de Ponto-de-venda
“Red sofá”, “Bedroom”, “Kitchen” e “Bookcase”, da Neogama/BBH para Adesf, em Saúde e Segurança Públicas
“Bush” e “Clinton”, da Publicis Brasil para Arno, em Utensílios Domésticos, em Eletrônicos e Áudio
Leões de Bronze
“Mogul”, “Chemistry genius” e “Employee of the month”, da F/Nazca S&S para Café Suplicy, em Bebidas Não-Alcoólicas
“Chopper”, da McCann Erickson para Exército da Salvação, em Comunitário e Educação Pública
“Superman elevator”, da JWT para Warner Bros, em Ambiente: Soluções Especiais de Pequena Escala
“Whale”, “Macaw”, “Monkey”, “Panda bear” e “Turtle”, da Fischer América para Panasonic, em Cartazes de Ponto-de-venda
Além dos sete Leões acima mencionados, o Brasil volta para casa com uma significativa quantidade de finalistas em Outdoor, listados a seguir:
“Nirvana” e “Spain”, da Lew Lara para Philco, em Utensílios Domésticos, Eletrônicos e Áudio
“Beatles”, “Kiss” e “Manson”, da Fischer América para Panasonic, em Carros e Serviços Automotivos
"Truck” e “Fire engine”, da Fischer América para Nivana, em Restaurantes e lanchonetes
“Graffe”, “Tiger”, “Zebra” e “Lion”, da DM9DDB para Zoo Safári, em Entretenimento e Lazer
“Cheerleader”, “Swimming pool” e “Typewriter”, da DM9DDB para Editora Referência, em Equipamentos e Serviços
“Monster”, da DM9DDB para Terra Portal, em Serviço Público Comercial
“Whale”, da BorghiErh/Lowe para Milk, em Imagem Corporativa
“Gangster”, “Fat lady” e “Missile”, da Famiglia para Schincariol, em Imagem Corporativa
“If you were in a Jetta...”, da AlmapBBDO para Volkswagen, em Trânsito
“Whale”, “Macaw”, “Monkey”, “Panda bear” e “Turtle”, da Fischer América para Panasonic, em Cartazes de Ponto-de-venda
“Simplifying”, “Inventing” e “Understanding”, institucional da Fallon São Paulo, em Cartazes de Ponto-de-venda
quarta-feira, 20 de junho de 2007
Vírus Youtube

A firma de segurança Trend Micro informou que hackers estão utilizando a popularidade do YouTube para fazer vítimas de um novo vírus. A Websense, que também estudou a ameaça, explicou que o ataque se baseia em um arquivo chamado YouTube04567.exe, hospedado em um domínio .su, para sites da antiga União Soviética, que ainda está em uso online.
A firma de segurança encontrou o arquivo navegando a esmo, mas acredita que ele esteja sendo enviado via email ou mensagem instantânea para fazer novas vítimas. Ao executá-lo, o navegador é aberto e o vídeo After World Episode 6 é carregado, todavia, esta não é a única operação que está sendo realizada no computador.
Outro servidor em Washington é acessado e envia à máquina comprometida dois arquivos adicionais, capazes de roubar informações pessoais e enviá-las para um servidor remoto através do protocolo HTTP.
Um dos usos para a integração ao YouTube, além de atrair vítimas para a imensa popularidade do site, seria o fato de que um contador é apresentado no vídeo, e poderia ser utilizado para informar quantos usuários foram infectados.
Segundo o site Webware, o uso de arquivos online multimídia para fazer novas vítimas não é novidade. Uma falha JavaScript no tocador da Apple, QuickTime, foi usada em outubro para espalhar uma praga pelos servidores do MySpace.
Para contra-atacar os criadores do vírus batizado de TROJ_BANLOAD.CZE, a Websense disponibilizou um vídeo no YouTube de demonstração da ameaça, acessível pelo atalho
http://www.youtube.com/watch?v=pzKmzO_Xq3k
A firma de segurança encontrou o arquivo navegando a esmo, mas acredita que ele esteja sendo enviado via email ou mensagem instantânea para fazer novas vítimas. Ao executá-lo, o navegador é aberto e o vídeo After World Episode 6 é carregado, todavia, esta não é a única operação que está sendo realizada no computador.
Outro servidor em Washington é acessado e envia à máquina comprometida dois arquivos adicionais, capazes de roubar informações pessoais e enviá-las para um servidor remoto através do protocolo HTTP.
Um dos usos para a integração ao YouTube, além de atrair vítimas para a imensa popularidade do site, seria o fato de que um contador é apresentado no vídeo, e poderia ser utilizado para informar quantos usuários foram infectados.
Segundo o site Webware, o uso de arquivos online multimídia para fazer novas vítimas não é novidade. Uma falha JavaScript no tocador da Apple, QuickTime, foi usada em outubro para espalhar uma praga pelos servidores do MySpace.
Para contra-atacar os criadores do vírus batizado de TROJ_BANLOAD.CZE, a Websense disponibilizou um vídeo no YouTube de demonstração da ameaça, acessível pelo atalho
http://www.youtube.com/watch?v=pzKmzO_Xq3k
segunda-feira, 18 de junho de 2007
Nike + Ipod - Marcas de peso que tornam sua vida mais leve

Com eventos nas lojas Niketown em Nova Iorque e Los Angeles a Nike e a Apple apresentaram ontem o kit esportivo Nike+iPod, que tinha sido anunciado em maio, anterior aqui. Está à venda por US$ 29. Transforma os tênis da linha Nike+ em gadgets graças a um sensor wireless que se encaixa no calçado e é capaz de se comunicar com o iPod Nano ao qual tenha sido plugado um pequeno receptor. A ideia é que o kit seja usado por corredores - informa na tela do iPod a distância percorrida, calorias queimadas, duraçao da corrida e velocidade. Se preferir, o corredor pode ouvir as informaçoes em seus fones.
A iniciativa inclui o site Nikeplus.com, onde os consumidores podem se cadastrar para participar de corridas virtuais. Podem também ter suas performances registradas num ranking, disputando posiçoes com outros consumidores dos EUA. Complementando o projeto, a Nike está vendendo peças de vestuario esportivo que têm compartimento especifico para abrigar o iPod.
Que produto devo entregar quando tenho o controle da verba?
Fonte: Patrícia Marinho (Direto de Cannes)
Começaram bem os seminários do Festival de Cannes 2007. Minha primeira palestra, ontem, foi a da Digitas, agência digital sediada em Londres, sobre o dilema das agências especialistas que se vêem escolhidas pelos clientes para cuidar da comunicaçao como um todo - Que produto de comunicaçao uma agência 100% digital deve entregar quando tem o controle da verba?
Primeiro é importante entender por que as agências digitais sao chamadas para competir em grandes concorrências com agências tradicionais, anterior aqui. Segundo Norm Johnston, o palestrante, a resposta é simples - porque os anunciantes estao procurando novas respostas para os seus problemas e acreditam que as agências que lidam com o mundo digital estao mais preparadas para buscar novas soluçoes. Aí está o ponto - novas soluçoes nao significa passar a produzir filmes para a TV (por mais tentador que isto seja), nem usar a verba extra para aumentar o clutter de comunicaçao (ao invés de um banner, agora que tem mais verba vamos produzir 10). É para pensar diferente mesmo!
Segundo Johnston, um especialista em digital tem em seu mindset alguns princípios que o tornam mais preparado para desenvolver estratégias voltadas para o consumidor do século 21. Ele sabe, por exemplo, que passou a fase em que estar na internet era se preocupar em construir grandes sites e tentar atrair o consumidor. Agora o desafio é fazer o conteúdo chegar aos consumidores independente do meio. Sabe, também, que texto, literamente, é uma das mais bem sucedidas formas de propaganda na web - vide o sucesso do search marketing. E sabe que o grande desafio está em envolver o consumidor de forma diferenciada, fato ilustrado de forma brilhante com um case da American Express chamado membersproject.com -
Por um outro lado, as agências digitais ainda teriam muito o que aprender para crescer. As tradicionais estariam bem à frente das especialistas quando o assunto é planejamento, produçao, pessoas ou praticidade. Ainda existe uma corrente de agências (e clientes, diga-se de passagem) que aposta na inovaçao por modismo e esquece de ver se o mercado está pronto para ela - o que leva a projetos onde sao gastos rios de dinheiro para se chegar a alguns poucos 'early adopters' de uma determinada tecnologia. Nessa hora, uma abordagem tradicional certamente teria sidomais eficaz.
Começaram bem os seminários do Festival de Cannes 2007. Minha primeira palestra, ontem, foi a da Digitas, agência digital sediada em Londres, sobre o dilema das agências especialistas que se vêem escolhidas pelos clientes para cuidar da comunicaçao como um todo - Que produto de comunicaçao uma agência 100% digital deve entregar quando tem o controle da verba?
Primeiro é importante entender por que as agências digitais sao chamadas para competir em grandes concorrências com agências tradicionais, anterior aqui. Segundo Norm Johnston, o palestrante, a resposta é simples - porque os anunciantes estao procurando novas respostas para os seus problemas e acreditam que as agências que lidam com o mundo digital estao mais preparadas para buscar novas soluçoes. Aí está o ponto - novas soluçoes nao significa passar a produzir filmes para a TV (por mais tentador que isto seja), nem usar a verba extra para aumentar o clutter de comunicaçao (ao invés de um banner, agora que tem mais verba vamos produzir 10). É para pensar diferente mesmo!
Segundo Johnston, um especialista em digital tem em seu mindset alguns princípios que o tornam mais preparado para desenvolver estratégias voltadas para o consumidor do século 21. Ele sabe, por exemplo, que passou a fase em que estar na internet era se preocupar em construir grandes sites e tentar atrair o consumidor. Agora o desafio é fazer o conteúdo chegar aos consumidores independente do meio. Sabe, também, que texto, literamente, é uma das mais bem sucedidas formas de propaganda na web - vide o sucesso do search marketing. E sabe que o grande desafio está em envolver o consumidor de forma diferenciada, fato ilustrado de forma brilhante com um case da American Express chamado membersproject.com -
Por um outro lado, as agências digitais ainda teriam muito o que aprender para crescer. As tradicionais estariam bem à frente das especialistas quando o assunto é planejamento, produçao, pessoas ou praticidade. Ainda existe uma corrente de agências (e clientes, diga-se de passagem) que aposta na inovaçao por modismo e esquece de ver se o mercado está pronto para ela - o que leva a projetos onde sao gastos rios de dinheiro para se chegar a alguns poucos 'early adopters' de uma determinada tecnologia. Nessa hora, uma abordagem tradicional certamente teria sidomais eficaz.
No futuro pouca gente vai ouvir radio no radio, pode acreditar
* Fonte: Luiz Alberto marinho (Direto de Cannes)
Nesse mundo progressivamente habitado por nativos digitais, sedentos por conteudo personalizado, em permanente movimento e equipados com aparelhinhos cada vez mais incrementados, o velho e bom radio ainda tem lugar no universo da comunicaçao?
Para Mark Story, diretor de marketing do Emap e responsavel pela 2a palestra ontem aqui no Festival de Cannes, a resposta é sim. A principal diferença, porem, é que cada vez menos pessoas escutarao radio nos aparelhos de radio. Computadores conectados a internet, iPods, celulares e até televisores serao os principais responsaveis pela distribuiçao do conteudo produzido pelas emissoras.
Para defender sua tese, Story apresentou alguns dados do mercado inglês - 41% dos adultos têm o hábito de ouvir radio na TV, já chega a 8% o percentual dessa gente que escuta radio pelo telefone celular - e ainda, o total de ouvintes que curte radio pela internet pelo menos uma vez por semana está proximo dos 14%.
Esse é mais um capitulo daquela mesma velha historia - qual o negocio das empresas de comunicaçao? Ser veiculo ou produtor de conteudo? Para o diretor do Emap a resposta é obvia. "As radios estao no negocio de entretenimento e informaçao" - garante. Nesse cenário, o iPod nao seria um inimigo e sim um valioso aliado - "O iPod permite que a programaçao de radio espere até o momento em que o ouvinte queira acessa-la" - ensinou Story.
Resumo da opera - ou a comunicaçao tradicional se adapta às novas realidades digitais, ou estará condenada a obsolescência. Esse recado, eu acredito, parece que será repetido varias vezes ao longo desta semana aqui em Cannes.
Nesse mundo progressivamente habitado por nativos digitais, sedentos por conteudo personalizado, em permanente movimento e equipados com aparelhinhos cada vez mais incrementados, o velho e bom radio ainda tem lugar no universo da comunicaçao?
Para Mark Story, diretor de marketing do Emap e responsavel pela 2a palestra ontem aqui no Festival de Cannes, a resposta é sim. A principal diferença, porem, é que cada vez menos pessoas escutarao radio nos aparelhos de radio. Computadores conectados a internet, iPods, celulares e até televisores serao os principais responsaveis pela distribuiçao do conteudo produzido pelas emissoras.
Para defender sua tese, Story apresentou alguns dados do mercado inglês - 41% dos adultos têm o hábito de ouvir radio na TV, já chega a 8% o percentual dessa gente que escuta radio pelo telefone celular - e ainda, o total de ouvintes que curte radio pela internet pelo menos uma vez por semana está proximo dos 14%.
Esse é mais um capitulo daquela mesma velha historia - qual o negocio das empresas de comunicaçao? Ser veiculo ou produtor de conteudo? Para o diretor do Emap a resposta é obvia. "As radios estao no negocio de entretenimento e informaçao" - garante. Nesse cenário, o iPod nao seria um inimigo e sim um valioso aliado - "O iPod permite que a programaçao de radio espere até o momento em que o ouvinte queira acessa-la" - ensinou Story.
Resumo da opera - ou a comunicaçao tradicional se adapta às novas realidades digitais, ou estará condenada a obsolescência. Esse recado, eu acredito, parece que será repetido varias vezes ao longo desta semana aqui em Cannes.
Robô Coca Cola
A coqueluxe do momento é sem dúvida as vending machines, ainda mais depois que anunciaram na Ciab que sera possivel fazer compras de refrigerantes pelo celular.
dando uma de minhas vasculhdas pela internet, ou melhor youtube achei este vídeo da Coca Cola made in Japão.
Eu como amo estartégias promocionais pra avenda de produtos resolvi postar este vídeo.
dando uma de minhas vasculhdas pela internet, ou melhor youtube achei este vídeo da Coca Cola made in Japão.
Eu como amo estartégias promocionais pra avenda de produtos resolvi postar este vídeo.
sexta-feira, 15 de junho de 2007
Control4 traz sistema integrador sem fios para casa inteligente
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