segunda-feira, 14 de abril de 2008

Dove Invisible Dry



Dove Invisible Dry

KFC no GoogleEarth

KFC é oficialmente a primeira empresa com um logo que pode ser visto do espaço! Mais de 65,000 azulejos pintados foram utilizados para montar este gigantesco puzzle!

O GoogleEarth já foi utilizado por vários produtos, como é o exemplo da ilha fictícia dos piratas do Caribe, os aliens fazendo churrasco no teto da Area51 pelo Google Team, e também um suposto ipod gigante.

A Firefox já tinha feito também um logo que podia ser visto do espaço, mas um logo a cores como o da KFC é realmente a primeira vez. Temos aqui algumas dicas de como utilizar o Google Earth pra se promocionar.

Uma promoção também foi lançada no site para ver quem descobre a mensagem escondida no logotipo, os 10,000 primeiros ganharão refeições KFC.

Coordenadas Google Earth: 37°38′45.43″N 115°45′3.16″W

Série Prison Break nos canais Fox - Portugal

Para o lançamento da série Prison Break nos canais Fox - Portugal, foi feito uma campanha realizada em Lisboa que se estruturou em diversas fases:

1- Press-Kit
Foi enviado para a imprensa um livro que continha dissimulado uma colher e uma planta da prisão fazendo a alusão a uma fuga do estabelecimento prisional, o tema principal da série.
A informação sobre a série vinha contida num CD dentro do livro.




2- Campanha de Rua-Prisioneiros
Uma equipa de 7 pessoas, 5 prisioneiros e dois polícias andaram pela cidade de Lisboa distribuindo flyers informativos sobre a série.




3-Campanha de Rua-Stoppers
Foram colocados stoppers em espaços interiores como as lojas da TV CABO, e na rua em diversos suportes urbanos.




4-Campanha de Rua-Posters
Foram colocados estrategicamente diversos posters em várias zonas da cidade.

Mentos X Coca

Mentos + Coca Cola, quer viral mehor que este?

L A S E R Tagging System

L A S E R Tagging System

Misturar arte urbana com tecnologia. Essa é a proposta da Graffiti Research Lab, um grupo que vem desenvolvendo projetos mesclando intervenções urbanas com tecnologia do mundo opensourse.

No último projeto chamado L.A.S.E.R. Tagging System o grupo criou um software que utiliza tecnologia laser para projetar "tags" em uma faixada de um edifício. A experiência foi realizada em um prédio em Rotterdam e chamou a atenção de muita gente que passava.

Além do projeto megalomaníaco e inovador, o software foi construído a base de software livre e está disponível para ser baixado no próprio site da G.R.L., acompanhado de um tutorial.

Mizuno promove ação com bluetooth

Mizuno promove ação com bluetooth

Por meio de uma ação de marketing de proximidade utilizando a tecnologia wireless bluetooth, a Mizuno divulga sua nova tecnologia Dynamotion Fit que equipa os lançamentos de alto desempenho da sua linha de tênis para corrida.

A ação, que será apoiada por material PDV, será realizada até o dia 15 de Abril. Os consumidores que visitarem as lojas participantes durante este período serão comunicados, por meio de uma sinalização off-line, e receberão em seu dispositivo móvel - celular, smartfone ou PDA - um vídeo da Mizuno sobre sua nova tecnologia. O vídeo poderá ser retransmitido para outros dispositivos, pelos próprios consumidores, fazendo com que o alcance da ação se amplie significativamente.

Desenvolvida pela agência M+I MobilidadeInteratividade, a ação será realizada simultaneamente em 10 lojas de materiais esportivos em São Paulo, Grande São Paulo e Campinas.

Fonte: Consumidor Moderno

sábado, 5 de abril de 2008

John Hegarty, chairman da BBH em Londres

“A capacidade das agências no Brasil de planejar e comprar mídia é uma das grandes virtudes do modelo de comunicação brasileiro em comparação com o do restante do mundo.”

Essas não são palavras minhas, como pode parecer, mas sim de John Hegarty, chairman da BBH em Londres, Inglaterra, um dos dois mercados de comunicação mais desenvolvidos do mundo onde as agências, há um bom tempo, não têm mais a mídia dentro de sua estrutura.

Na Inglaterra, a questão do momento sobre o modelo de serviço de comunicação é a capacidade de implementar as idéias de maneira eficiente nos diversos canais. E a verdade é que com os birôs e as empresas de mídia, não apenas as agências e veículos perderam parte importante de sua relevância anos atrás, mas mais importante que isso: os clientes perderam a integridade das soluções de comunicação que agora querem mais do que nunca.

E, quanto maior for a fragmentação dos meios, maior será a fenda que expõe essa deficiência. Tudo porque a estratégia de mídia está, nesses mercados, cronicamente separada da estratégia criativa por uma barreira erguida originariamente por razões puramente comerciais.

Em outras palavras, lá e em vários mercados do mundo a agência detém a estratégia criativa, enquanto a chamada agência de mídia retém a estratégia de meios. E a única maneira de essas duas partes vitais do processo de comunicação se alinharem é por meio de reuniões a posteriori entre empresas fundamentalmente diferentes, com objetivos fundamentalmente diferentes, tentando ineficientemente ser complementares.

Os birôs e as agências de mídia – que são uma coisa só – surgiram, a bem da verdade, com a função de broker. A idéia foi acenar com uma “economia” para os anunciantes, à custa da concentração do poder de compra que permitiu espremer os veículos em negociações e limitou a atuação das agências, por tirar delas a possibilidade de elaborar a estratégia e a compra de mídia de sua própria criação.

Essa situação, inclusive, foi responsável em várias partes do mundo pelo enfraquecimento da diversidade empresarial no mercado publicitário. Como sempre, concentração de poder econômico só é bom para quem concentra.

Posteriormente, os birôs incorporaram a função de planejamento da mídia, tentando agregar valor ao serviço para, ao mesmo tempo, fugir da pecha de realizarem um trabalho puramente financeiro. Foram então incorporados pelos grupos de comunicação que também são donos das agências. Investiram em tecnologia para justificar sua atuação, vendendo a idéia de que teriam mais eficiência técnica que um departamento de mídia dentro de uma agência de propaganda, o que está longe da verdade no Brasil, onde os profissionais de mídia e a tecnologia aplicada são de primeira.

Mas, mesmo que assim não fosse, a suprema ironia é que as agências de mídia agora tentam colocar dentro de suas estruturas a capacidade criativa que já existe dentro das agências de propaganda. Ou seja: ensaiando um De Volta para o Futuro, querem se tornar o equivalente à agência, adotando o modelo que o surgimento delas comprometeu.

O que isso significa para o Brasil e o nosso modelo?
Significa que podemos evitar a grande burrada estratégica cometida anos atrás em “mercados supostamente mais adiantados que o nosso”, simplesmente não inventando de consertar aquilo que aqui não está quebrado.

O Brasil, que de tempos em tempos é oportunisticamente acusado de atrasado, por não criar condições para o estabelecimento de birôs ou agências de mídia, tem agora as razões mais atuais do mundo para não cair no jogo dos interesses unilaterais das multinacionais. Empresas que, sem grandes preocupações com o equilíbrio do ecossistema mercadológico do país em que estão, sempre pressionaram pela entrada de birôs alegando vantagens técnicas, quando na verdade querem, mais que tudo, a vantagem puramente financeira decorrente da possibilidade de negociar com os veículos numa posição de concentração de força.

Mas agora as coisas estão muito diferentes: enquanto estávamos “atrasados”, o mundo girou, girou e, porque mantivemos um modelo vencedor para o mercado, agora estamos à frente. À frente de outro modelo em que a distância entre estratégia criativa e planejamento de mídia já é admitida como causadora de um grave problema de eficiência na comunicação, esse sim um grande problema técnico.

Diante do novo cenário da mídia e da complexidade da geração de idéias para esse cenário, a desconcertante verdade é que mídia e criação têm que estar mais do que nunca juntas sob o mesmo teto. Esse modelo funciona melhor simplesmente porque permite que as soluções criativas nasçam integradas à estratégia de mídia na origem, como uma só coisa. E sem problemas de culturas e interesses conflitantes. É isso que pode proporcionar às empresas uma solução de comunicação genuinamente íntegra e integrada como elas procuram atualmente.

Como disse John Hegarty: “Se pudéssemos, voltaríamos a ter a mídia dentro das agências aqui na Inglaterra. Hoje percebemos que a única maneira de ser eficientemente criativos é tendo as duas coisas juntas, trabalhando juntas desde o princípio”.

Ou seja, não é porque o restante do mundo destruiu essa capacidade em seus mercados que vamos seguir o exemplo. Principalmente depois de saber que eles lá tentam voltar ao que temos aqui. Agir assim seria como tentar implementar o comunismo de Cuba, hoje. Ou como defender o direito de predar a Amazônia, agora em nome do progresso, só porque o restante do mundo fez isso com suas próprias florestas longo tempo atrás.

Existem duas maneiras de se aprender na vida e nos negócios.
A primeira é com os próprios erros. A segunda é com os erros dos outros. As duas ensinam coisas importantes. Mas a segunda é muito mais barata e inteligente.

Por Alexandre Gama, sócio e diretor geral de criação e planejamento da Neogama/BBH
Fonte: CCSP

terça-feira, 25 de março de 2008

Cópias patrocinadas




Sempre vem aquela velha e batida frase “por que eu não pensei nisso antes?” quando vejo algo deste tipo por aí.

Uma empresa japonesa chamada Tadacopy disponibilizou máquinas copiadoras para universitários. A diferença é que os estudantes não pagam pelas cópias, quem paga é o anúnciante que comprou o espaço no verso da folha copiada. A idéia é muito simples e, por isto mesmo, incrivelmente inteligente.

A gramatura das folhas é um pouco maior do que a utilizada convencionamente para cópias, justamente para que o anúncio não seja visto do outro lado.

Segundo o blog do Ricardo Pomeranz, onde vi um post sobre o assunto, o CPP CPM (Custo Por Mil) para o anunciante é de US$ 375,00, o que dá um investimento total de US$ 0,375 por folha impressa.

O legal é que, sem perceber os estudantes acabam se tornando uma espécie de mídia ambulante para as empresas anunciantes. Afinal, cópias são feitas para ser utilizadas depois, seja numa sala de aula, num auditório ou até em locais distintos como um restaurante.

Acho que estamos mesmo entrando num novo momento da propaganda mundial. Temos que passar a pensar soluções mercadológicas em que nossos consumidores tornem-se parte da campanha, de forma interativa mesmo. Gosto muito deste tipo de ação e acho que este é um dos caminhos para a comunicação do futuro. Não basta mais estar onde o consumidor está, agora temos também que incentivá-lo com algum mimo para que, no mínimo, ele seja impactado.

Coca - Cola sempre Coca - Cola

Quanto tempo será que este vt demorará para chegar por aqui. Nada como nossa a amanda internet!!

Budweiser "The Wave"

Olha que máximo este vídeo que o Flavio me mandou hoje. Tá é de 2006, mesmo assim vale deixar registrado.

O crescimento da publicidade na internet




Recentemente, o projeto Inter-Meios divulgou dados sobre o crescimento da internet e da publicidade on-line no Brasil, referente ao ano de 2007. A pesquisa mostrou um aumento de 12,5% e 9%, respectivamente, em relação ao ano anterior. Isso me fez perceber o quanto os usuários estão confiando nesse novo tipo de mídia, além de imaginar o quanto esses números ainda crescerão, dentro de alguns anos.

É bom lembrar que boa parte do crescimento desse tipo de publicidade está relacionado ao redirecionamento dos investimentos: muitas empresas e agências estão apostando menos nas rádios, TV e revistas, para direcionar seus gastos em mídias da internet. É nesse contexto de explosão publicitária on-line que devemos prestar atenção em um processo pouco conhecido no nosso país, mas que está se tornando cada vez mais importante: o Ad Operations.

Ad Operations
Esse processo nada mais é que a operacionalização dos anúncios publicitários, ou seja, toda a parte técnica que ocorre após a criação da propaganda, como por exemplo a adequação do anúncio à mídia, a reserva de espaço nos veículos, o controle total das publicações e a elaboração de um relatório detalhado durante todo o período das operações. Geralmente, esse processo é executado por agências publicitárias ou pelos próprios portais, porém, sinto que devido ao aumento da demanda das campanhas on-line, será muito difícil criar anúncios e gerenciá-los do início ao fim da sua hospedagem no servidor.

Novos Rumos
Muitos diretores de marketing já perceberam a dificuldade desse gerenciamento e estão em busca de novas alternativas para atenderem a essa demanda. Entre as opções existentes, está a contratação de empresas especializadas no processo de Ad Operations, que trabalham na parte operacional, enquanto as agências podem focar toda a sua equipe na fase de criação do anúncio.

O crescimento da publicidade on-line no país e a necessidade de contratação de empresas especializadas nas operações dos anúncios estão muito evidentes. Porém, oferta de profissionais capacitados para atender essa demanda é muito duvidosa, tendo em vista a falta de conhecimento desse processo e a já conhecida escassez de especialistas em TI.

Fonte: Image Press - Assessoria de Imprensa
Souza, Dominic de

Dominic de Souza é Country Manager da DQ&A, empresa especializada em Ad Operations.

O ponto de partida para o sucesso na comunicação visual

Quando uma peça de comunicação visual faz sucesso, muitos são os fatores importantes, mas um deles é essencial: o design. É preciso muito estudo e entendimento do público alvo para determinar como uma peça específica vai ficar.

Como apresentar um determinado produto a seu consumidor? Essa é a primeira pergunta que deve ser feita quando se dá início ao projeto de criação de peças de comunicação visual. Para respondê-la, é preciso compreender as pessoas até as quais se pretende levar uma determinada mensagem.

O profissional responsável por isso deve entender como o consumidor reage aos diferentes estímulos visuais. A partir desse conteúdo e da experiência com outros trabalhos, é possível determinar as características que devem estar presentes na peça, por exemplo, se os traços usados serão mais arredondados ou retilíneos, se o formato será tradicional ou arrojado etc.

Ao contrário do que se pensa, o processo de criação de projetos visuais não conta só com a criatividade de quem desempenha esse papel. Temos que estar ligados às novas tendências de consumo, ao perfil do cliente que queremos alcançar e, a partir disso, pensar o melhor desenho das nossas peças de comunicação visual.

Chip é recarregado com o calor do corpo humano

O MIT (Massachusetts Institute of Technology) e a empresa Texas Instruments informaram que desenvolveram um novo chip capaz de funcionar em voltagem baixa, o que gera um consumo dez vezes menor do mesmo em comparação aos chips tradicionais comercializados atualmente.

De acordo com o website The Inquirer, o nível de consumo do dispositivo é tão baixo que é possível que a recarga deles seja feita através do calor do corpo humano.

O uso desta tecnologia em aparelhos celulares e equipamentos portáteis é bem provável. Com ela, a bateria poderá fornecer energia ao aparelho por muito mais tempo.

Os chips tradicionais utilizam voltagem próxima de 1,0 volt, mas com a nova tecnologia, a voltagem foi reduzida para 0,3 volts.

Fonte: Portal HSM On-line
24/03/2008

segunda-feira, 24 de março de 2008

Viral Dove

Que horror, cinco meses se passaram sem que eu escrevesse no bloguinho!

Hoje recebi um e-mail do meu colega contatando sobre suas férias na Alemanha. Conversa vai, conversa vem, indiquei para ele o blog do Marco, que fala sobre sua vida em Berlim e seu job na TBWA. Sabe o que me dei conta? Eu abandonei meu bloguinho!!!! Desde que entrei na Void (onde não estou mais). Como assim? Me dei conta que simplesmente havia deixado a correria do dia a dia, as mudanças que ocorreram no meu profissional me afastar de um dos hábitos mais saudáveis que eu poderia ter, o de escrever e de dividir com vocês minhas experiências, opiniões e acontecimentos do mercado publicitário.
Quando percebi que á 5 meses não escrevo, me deu uma sensação de vazio, de abandono e portando firmo comigo a obrigação de nunca, mas nunca mais deixar vocês bloguinho querido!! Gilmar, obrigada pela frase "eu adoro ler blogs".

Para comemorar posto aqui um dos comerciais mais bacanasque já vi, produzido especialmente para veicular no tio Tube. Uma ação linda da Dove para o lançamento do novo desodorante Dove invisible Dry, que promete não deixar manchas nas roupas pretas. Pensando nisto, eles produziram um viral com um grupo de teatro que utiliza da técnica japonesa de apresentação, onde os movimentos dos personagens acontecem através de outros personagens que ficam "invisíveis".

Nova mania na Austrália é batizar bebês com nicks





Pesquisa mostra que novos pais recorrem à linguagem de mensagens instantâneas para inventar nomes... originais, digamos assim

Quem pensa que só no Brasil os pais seguem abusando da criatividade para nomear seus filhos, está enganado. Na Austrália, uma nova geração está sendo batizada com nomes inspirados na linguagem adaptada para a comunicação via SMS, ou troca de mensagens instantâneas on-line, como o MSN. A conclusão é do instituto particular de pesquisa McCradle Research, encabeçado pelo cientista social Mark McCrindle (foto menor).

McCrindle chegou a este resultado ao analisar o registro de nomes de australianos nascidos em 2007. A pesquisa revelou que muitos nomes comuns no país são reescritos, com base principalmente nos fonemas desses substantivos - características típicas da linguagem onomatopéica e abreviada dessas mídias. Desta forma, o estudioso notou a alta incidência de permutações ou reinterpretações, como Alex-Zander (para Alexander), Cam'ron (antes Cameron), Ema-Lee (Emily), Ameleiyah (Amelia).

Outros dados impressionam e comprovam como a internet estimula as pessoas a "personalizarem" o nome de seus filhos - como hoje é possível personalizar o consumo de bens e serviços (operações financeiras, modelos de automóveis, planos de telefonia móvel etc.). O nome "Jayden" foi encontrado escrito de 12 maneiras diferentes; Aidan foi rearranjado de nove jeitos distintos.

"O uso de ‘y' ao invés de ‘i' chegou a proporções epidêmicas, bem como o uso de ‘k' no lugar de ‘c' em nomes como ‘Jaykob' e ‘Lynkon', repetição de letras, nos casos de ‘Siimon' and ‘Chriss', e hífens como em Emma-Lee", observou McCrindle. Em sua opinião, a idéia de adotar miguxos é uma estratégia para estabelecer uma relação afetuosa e cheia de paparicos com os rebentos desde o início.

"A Geração X se desenvolveu sem que a mãe estivesse em casa o tempo inteiro, e eles odiavam seus pais por não estarem perto para demonstrar amor", reflete. "Como eles sabem que provavelmente repetirão os mesmos pecados, agora estão nomeando seus filhos de forma única, para mostrar como eles são especiais para os pais", conclui.

Se a mania pega... todo mundo vai ter que soletrar o nome daqui pra frente. Será que os filhos irão gostar de se sentirem tão "especiais" a ponto de ninguém ser capaz de pronunciar seu próprio nome?