segunda-feira, 9 de julho de 2007

Targeting e Planejamento

E por falar em conexões achei bem "rica" esta apresenatção que fala sobre Web 2.0.
O termo parece já estar batido, mas por incrivel que pareça ainda tem muita, mas muita gente que não sabe o que é ou que ainda não entendeu o conceito.

È uma pena, talvez nosso dias ficassem mais alegres e nossas love marks se tornariam ainda mais amadas...

Mídia ou Conexões?

Hoje ao abrir a ZH, ta bom, hoje depois que o diretor de arte aqui da agência me falou, abri a ZH..., mas enfim o importante é que dei de cara com dois anúncios de página da Agência Escala, um falando "Aquilo que já sabiamos" que a Escala é tri campeã no top de mídia, e outro falava apenas do novo departamento criado por eles,que agora não se chama mais mídia mas sim CONEXÔES!!!
Adorei a iniciativa da agência e principalemte do posicionamento dos mesmos, mas o que eles estão falando nada mais é do que o simples, o óbvio e o novo, já descrito pela competence, pela DCS, pela SLM, pelos publicitários do mundo.
Parece que as agências estão buscando um meio de nos falar" Ei, vc viu, nós entendemos o ultimo livro do kotler, o que o keller escreveu esta certo e nós iremos segui os ensinamentos do mestre, ó nós lemos a estartégia do Oceano Azul, e nós descobrimos este mês que, mais do que nunca, o foco deve estar no cliente pois é ele quem paga o nosso "fee"..

Mesmo assim adorei saber que a Escala agora tem Conexões e não mais Mídias, pois quem me conhece um pouquinho sabe o quanto sou fascinada por ações que estejam voltadas para o consumidor e não mais aquela em que o consumidor precisa se voltar, seja para frente da TV, rádio para poder ser atingido.

Parabéns ESCALA, mataram a pau...

Detalhe... para o anúncio ficar ainda mais completo eles colocaram essa apresentação em PPT no slide Share!!
Não é demais?? uma grande agência que prova e comprova que usar da Mídia, ops da Conexão alternativa não é papo de "Adolescente recém chegado na facul" mas sim de publicitários que dão ouvidos a essa nova forma de comunicação existente chamada C2C.
será que nós blogueiros comtribuimos com isso??

domingo, 8 de julho de 2007

Marketing viral e de emboscada são ferramentas da Guerrilha

Para provar que o Marketing de Guerrilha tem crescido no Brasil, o Diretor de Planejamento da Agência Espalhe, especializada neste segmento, Gustavo Fortes explica a essência deste meio que tem como lema não comprar mídia. O marketing de guerrilha é baseado literalmente no boca-a-boca gerado por pessoas após um evento, feiras ou grandes concentrações de pessoas.
O marketing viral, assim como o marketing de emboscada, são as mais utilizadas pelas empresas e alimenta cada vez mais a criatividade dos seus criadores. Nesta entrevista ao Mundo do Marketing, Fortes fala das ferramentas que utiliza para elaborar campanhas para marcas famosas ou novas.
Gustavo Fortes ressalta ainda a diferença entre o marketing de guerrilha e ações de pirataria, explicando que grandes empresas não perdem tempo – e nem dinheiro – com campanhas que possam gerar problemas judiciais ou arranhar a imagem construída de uma marca forte.
Estamos chegando perto dos jogos Pan-Americanos. As marcas que não são patrocinadoras do evento podem fazer marketing de guerrilha para aproveitar a repercussão do evento?Sim. Isso pode ser feito através do marketing de emboscada. As empresas aproveitam grandes eventos e mobilizações, de forma absolutamente legal, para promover a sua imagem. É diferente de pirataria, que seria usar a marca do PAN 2007, por exemplo, em camisas sem ter o direito de fazer isso. Em Copa do Mundo, Olimpíadas, isto também acontece bastante. O marketing de guerrilha não compra mídia. Usamos o boca-a-boca. É muito importante pegar carona no assunto que as pessoas já estão falando. O PAN é um evento muito grande, importante para o Brasil, para o Rio de Janeiro e muitas marcas estão falando disso.
As marcas devem aproveitar de forma inteligente. Nas copas do mundo, a patrocinadora oficial sempre foi a Adidas. Depois de pesquisa global feita no mundial de 2006, as pessoas achavam que a patrocinadora oficial do evento era a Nike. Na copa de 1998, em Paris, você só via ações da Nike acontecendo em vários lugares. Ações inteligentes, legalizadas pela prefeitura, ações que fazem o público pensar que a Nike realmente é a patrocinadora da copa. Os patrocinadores oficiais, em minha opinião, desembolsam uma grana preta (US$ 45 milhões) e pensam: “Pronto! Já estou patrocinando, tudo bem” enquanto que a Nike faz essas ações, aparece muito mais, está mais próxima do cliente e as pessoas ficam com a percepção de que ela é a patrocinadora. Isto se chama marketing de emboscada.
O que você não recomenda para estas empresas que pensam em fazer o marketing de guerrilha?O maior erro é a pirataria. Utilizar uma marca sem autorização legal, como o exemplo do PAN 2007. Não acho necessário fazer isso. Normalmente acontece com pequenos comércios, porque a pirataria as grandes empresas não fazem. Hoje, o espírito das conversas em qualquer esquina já está em torno de esportes e se você se associa a isso de alguma forma inteligente a sua marca vai ser lembrada. Qualquer empresa pode fazer marketing de guerrilha? Qual deve ser o foco para seguir este caminho?Quando se pensa em guerrilha, logo vem a imagem do Vietnã na cabeça das pessoas. Pensando em Vietnã, remete aos EUA. Daí vem à idéia de que eles tiveram que potencializar os poucos recursos que tinham, comparados com os EUA, e tiveram que encarar eles de frente. Assim, o marketing de guerrilha é feito mais por pequenas empresas. É feito pela lanchonete da esquina para brigar com a grande cadeia de fast-food, por motivos de sobrevivência. As empresas pequenas devem, sim, fazer o marketing de guerrilha por não ter muito dinheiro para gastar com a mídia, fazer grandes eventos, eles devem pensar de forma criativa. Por outro lado deve ser feito também por grandes empresas.
Existem muitas marcas brigando por atenção. As pessoas não estão mais olhando para os outdoors como antes. Por isso que a Nike faz marketing de guerrilha e de emboscada em eventos esportivos. Uma das marcas mais guerrilheiras que tem é o Google. Ela é uma das mais admiradas e importantes marcas do mundo segundo pesquisas e isso, sem fazer um anúncio. Eu nunca vi um anúncio do Google no jornal. Esta marca cresceu através do boca-a-boca. Tanto a empresa pequena deve fazer marketing de guerrilha para sobreviver, quanto a grande deve fazer para se destacar e ter atitude.
Uma empresa que está fazendo marketing de guerrilha inteligente, com atitude, é vista com mais importância do que aquela que só assinou um cheque e está aparecendo na placa de publicidade do campo de futebol. As empresas patrocinadoras deveriam se preocupar em fazer antes um marketing de guerrilha na rua, na internet, para chamar a atenção das pessoas. Quais são as características do marketing de emboscada?O marketing de emboscada se aproveita de grandes concentrações de pessoas, eventos e feiras. Uma determinada empresa queria participar de uma feira, mas não possuía verba necessária para estar em um dos stands. Nós negociamos com as pessoas no ponto de táxi, que ficava fora do pavilhão da feira e, assim, patrocinamos todos os carros, colocando o material da empresa dentro dos taxis, como capa de banco e uma leitura para os passageiros, direcionando para um site. Isto é um marketing de emboscada. É pensar em soluções com mais criatividade, relevância e atingir o público-alvo. Chamar a atenção para sua marca de forma diferente.
A guerrilha é a melhor forma de gerar o boca a boca? Quais outros meios podem ser utilizados?Uma forma boa de gerar o boca-a-boca é pegar modelos famosas, caras, de preferência uma das Top’s e colocar ela nua num outdoor ou numa capa de jornal, todo mundo vai ver, vai falar. Neste caso a empresa está pagando mídia e o cachê da modelo. E aí entra a questão, o quanto isso é relevante para sua marca realmente? Lembro que antigamente os comerciais da Hollywood, que passava no domingo, no intervalo do Fantástico, eram comentados por todos na escola na segunda-feira. Lembro porque mostrava esportes novos, desconhecidos do público. Isto acontece cada vez menos hoje em dia porque existe muita informação e as pessoas não comentam. Então, o que as marcas querem? Elas querem que as pessoas comentem e que falem dela.
Além da propaganda, que funciona, temos que fazer as pessoas falarem. Tem que estar em blogs e redes sociais. Isto é o marketing de guerrilha. O ideal é já estar na estratégia antes de lançar o produto, o que nem sempre é possível. Sem isto a marca fará outra campanha e estará jogando dinheiro fora. Tem que pensar em campanhas que farão as pessoas falarem. As marcas querem estender o seu nome além dos 30 segundos do comercial. A maioria delas já está pensando nisso. O foco é gerar interesse da mídia. Isto é estratégia de guerrilha, criatividade de guerrilha.
Como você vê o futuro neste seguimento? Quais as novidades?As pessoas falam que “o marketing viral já encheu o saco”. Mas essas pessoas gravam vídeos toscos, fingindo ser caseiro, colocam no youtube e acham que é sucesso e que são modernos. A ferramenta de marketing viral está embaixo do marketing de guerrilha, porque o futuro é pensar cada vez mais em como gerar o boca-a-boca, gerar mídia espontânea. O nosso negócio é esse. Marketing viral e de emboscada são ferramentas da guerrilha. Temos que estar um passo à frente sobre as coisas que são novidades. Saber o que as pessoas estão procurando, o que estão conversando e o que as farão falar. É isso o que a gente tem que pensar. Se o Second Life não tem mais graça, o que fazer? O que procurar? Quais as novidades? Como ter uma presença diferente no Youtube?
Como a Espalhe fez para atingir tantas pessoas em diferentes estados do Brasil? Como foi a estratégia?Isto é puro marketing de guerrilha. É utilizar uma comunidade no Orkut e criar um blog. As empresas estão acreditando muito nestas ferramentas. Hoje as pessoas nos procuram porque querem ter uma rede social, querem ter um blog, coisa que antes ninguém sabia o que era. É mais fácil quando se tem empresa pequena. A Espalha, por exemplo, que foi escolhida como uma das dez melhores agências para se trabalhar em votação do Brasil inteiro. Entre os estudantes, ficamos entre as cinco melhores para se trabalhar. Pessoas do Brasil inteiro nos conhecem.
Quais campanhas tiveram grande repercussão na mídia e mais te marcaram?O guerrilheiro por natureza é o dono da empresa. Aqui na espalhe todo mundo participa do Blog, todos participam da rede social. Existe um exemplo clássico de marketing de guerrilha em eventos esportivos que foi a marca Dijon – que lançou a Luiza Brunet. O dono da marca estava em uma Copa do Mundo com uma bandeira da Dijon fazendo o marketing de emboscada. Ele fez porque era o dono. Ele fez um bandeirão com o nome da marca. Como se tratava de um evento televisionado para o mundo inteiro, a marca seria vista no Brasil e logo iria gerar o boca-a-boca.
Aqui a gente tenta fazer este serviço para empresas que cresceram e que não tem a figura do dono, que quer ir a uma Copa do Mundo, por exemplo, só para divulgar a sua marca. Quando começamos uma ação, primeiro pensamos em conteúdo. Depois, vem o quanto ele vai poder ir pra frente. Depois colocamos esse conteúdo na rua. Um bom exemplo é a Cônsul Aquarela, uma geladeira que foi desenvolvida para que pudesse ser desenhada, rabiscada, colorida, mas com possibilidade real de ser limpa sem deixar marcas.
Colocamos esse produto em vários lugares com concentração de pessoas junto com o mágico Tommy. Ele perguntava aos consumidores do que eles mais gostavam. As pessoas falavam os produtos e suas marcas preferidas. O mágico pedia para que então, desenhassem esses produtos na porta da geladeira e aí ele abria a porta e estava lá o produto. Esta campanha atingiu no máximo 30 mil pessoas. Nós pegamos este material, levamos pros blogs, redes sociais e potencializamos ainda mais. Isso fez com que esse número chegasse a 300 mil pessoas.
Como somos uma empresa e não o dono da Dijon, nós falamos com a assessoria do mágico e o levamos para vários programas de auditório (Ronie Von, Ana Hickman, Eliana, Octavio Mesquita, nos veículos) e na Veja São Paulo e Estado de São Paulo. O nosso trabalho é pegar a idéia do dono da Dijon e potencializar ao máximo. Se nós tivéssemos que fazer aquele marketing de emboscada, por exemplo, teríamos fotografado o bandeirão, criado uma comunidade nas redes sociais para que todos pudessem ter acesso, colocaríamos nos blogs...

A chevrolet esta com uma mega promoção on line, onde os participantes se escrevem numa gincana virtual e podem concorrer a vários prêmios como viajem e tal.


Eu participei, mas mesmo indo bem minha colocação ficou em 1439º lugar.


Já viu né, ta disputado...




Vale a pena, quem sabe você não vai melhor do que eu!!

quarta-feira, 4 de julho de 2007

Na última quinta-feira (15/06), o Techguru publicou a aparição de curiosos hologramas de pessoas e paisagens na no DVD do Windows Vista Business. Até descrevemos algumas delas, mas ninguém sabia o que tais imagens significavam. Agora, o mistério foi resolvido. A Microsoft explicou que a inclusão dos hologramas se deve a inclusão de um mecanismo de segurança. A imagem que mostra três pessoas felizes e sorridentes, por exemplo, tem como objetivo dificultar a cópia pirata dos discos originais do Vista.


Sobre a identidade das pessoas que aparecem na foto acima, Nick White, gerente de produção do Vista, divulgou em seu blog que os indivíduos em questão são os responsáveis pelo desenho do holograma e que a Microsoft nunca esperou que as imagens fossem encontradas.

Ouvinte poderá criar um novo sabor de pizza que irá integrar o cardápio da rede


A rádio 89 FM e a rede de restaurantes Pizza Hut firmaram parceria e lançaram o concurso "Monte sua pizza 89 na Pizza Hut". A receita escolhida fará parte do cardápio da rede e o criador receberá uma festa para 89 amigos.
Para participar, basta entrar no site da 89FM, fazer o cadastro e montar sua pizza escolhendo os ingredientes indicados.

Ação para Bohemia tem bonde de 1853 e pessoas caracterizadas com trajes de época

A DM9DDB colocou nesta terça-feira (3), nas ruas de São Paulo, um bonde de 1853 que circula com pessoas caracterizadas com trajes de época. A ação faz parte da campanha criada para a Bohemia. O bonde começou seu percurso na Av. Paulista e vai até a Av. Faria Lima. Os atores que realizam a ação distribuem para os transeuntes o jornal O Estado de São Paulo com uma edição especial: a capa do antigo Estadão, chamado A Província de São Paulo, que começou a circular pouco depois da criação de Bohemia. A campanha, que conta também com filme de 45” e 30” e mídia impressa, exalta a história e a tradição da primeira cerveja do Brasil, mostrando que ela é fabricada com a mesma excelência desde 1853, passando por muitas gerações de mestres-cervejeiros.

terça-feira, 3 de julho de 2007

INTEL


Para atrair a atenção de um público formador de opinião de tecnologia não é preciso gastar muito. Basta fazer uma ação numa rede social cool como o Flickr (ATENÇÃO: o Second Life não serve!) e divulgá-la em algumas listas de discussão relevantes.
Foi isso que a Maô Guimarães da Intel fez no Radinho:
O Flickr/Yahoo! e a Intel lançaram um concurso de fotografia pra fechar a Semana da Mobilidade 2007 da Intel. O tema é mobilidade. Facinho: quem estiver a fim de participar, é só mandar pro Flickr uma foto sua, original, mostrando o que “mobilidade” significa pra você. Tá valendo um notebook equipado com a tecnologia de processador Intel® Centrino® Duo e 10 contas Flickr Pro durante um ano.
Mais detalhes, regulamento etc
Claro que o prêmio ajuda muito, mas a sensação de que a empresa está falando realmente com você, e não anunciando na Veja para falar com todo mundo, também é muito importante.
A imagem que ilustra este post é da Roberta Zouain e está participando do concurso.

Blackle: viral parasitário


Partindo da informação de que uma página totalmente branca gasta cerca de 74 watts enquanto uma página totalmente preta gasta somente 59 watts, Mark Ontkush fez um post em seu blog (o blog dá dicas e informações sobre "TI sustentável"!!!!!!!!!!) dizendo que economizaríamos uma enorme quantidade de energia se o google simplesmente mudasse o layout de suas páginas para fundo preto.
Considerando a enorme popularidade do Google e toda a onda do ecologicamente correto, uma empresa australiana se apoderou rapidamente (e muito inteligentemente) deste conceito.
A Heap Media fez uma versão preta do search engine mais popular do mundo ocidental e conclamou as pessoas a usarem esta versão para ajudarem a poupar energia (note que você só descobre ela no discreto copyright lá embaixo) :
We believe that there is value in the concept because even if the energy savings are small, they all add up. Secondly we feel that seeing Blackle every time we load our web browser reminds us that we need to keep taking small steps to save energy.
How can you help?
We encourage you to set Blackle as your home page [Nota do Editor: CARA DE PAU!]. This way every time you load your Internet browser you will save a little bit of energy. Remember every bit counts! You will also be reminded about the need to save energy each time you see the Blackle page load.
Help us spread the word about Blackle by telling your friends and family to set it as their home page. If you have a blog then give us a mention. Or put the following text in your email signature: "Blackle.com - Saving energy one search at a time.
Imagine o tamanho da interseção entre o Universo de pessoas que usa o Google com o universo de pessoas que tem alguma preocupação ecológica. Agora imagine este universo gigante olhando todo dia para a sua página: excelente idéia viral! Agora é só deixar os outros venderem esta idéia em nome da Heap Media e de graça:
Use Blackle, Save The PlanetBlackle - The Green Google

Stickers





Uma nova vertente artística surge em lugares inusitados da cidade. Latas de lixo, postes, placas de trânsitos, muros e o que mais poder receber um pôster ou um lambe-lambe é transformado em galeria de arte ao livre em questão de minutos após a passagem dos Stickers, palavra inglesa que traduzida ao pé-da-letra significa ?adesivos?.

Apesar da arte ilegal de rua não ser mais novidade e nenhuma grande metrópole do mundo, o sticker é um movimento que tem ganhado força nos últimos cinco anos com a proliferação da cultura underground e da busca de novas formas de expressão visual. Não devem ser confundidos com as propagandas clandestinas ou ainda com poluição visual, há um conceito por traz desse formato das expressões artísticas. Proveniente do grafite, o sticker começou a ser notado recentemente e já conquistou artistas que encontraram facilidade tanto na sua elaboração quanto na aplicação.

Ativismo coletivo

A proposta do sticker é através de manifestações de artistas individuais e de coletivos urbanos, criar um composto visual que dialogue com a estética metropolitana e debata através de uma linguagem lúdica e torta os principais pontos polêmicos da sociedade. Essa atitude já trouxe à luz instalações visuais por toda São Paulo. Basta andar com olhos atentos pela Rua Augusta, Avenida Paulista, Vila Madalena e muitas outras vias, viadutos e calçadas movimentadas, onde facilmente são encontradas figuras em cabines telefônicas, rostos misteriosos em postes e mensagens no mínimo curiosas.

Segundo os adeptos, o sticker é mais vantajoso que o grafite, pois é portátil e de fácil aplicação, sendo apenas necessário encontrar o lugar ideal para colocá-lo. Não há limite de tamanho nem de elaboração; A impressão dos adesivos ou, também comumente, dos lambe-lambes é com caneta, xerox, serigrafia, tintas plásticas ou qualquer outro tipo de grafismo que possibilite o efeito desejado.
O sticker é mais uma ferramenta que o artista urbano tem para se expressar, dependendo da mensagem, do lugar, do tempo disponível e da intenção, ele pode usar tanto o grafite como o sticker ou o stencil para colocar em prática o seu plano de ação.

Origens

Por ser uma forma de manifestação à margem da lei, é difícil saber onde se originou o sticker, mas é atribuído ao artista americano Shepard Fairey a apresentação e divulgação dessa pratica nas ruas, no início da década de noventa. Fairey, através de seus stickers, posters e lambe-lambes, encheu várias cidades norte americanas e européias com a clássica imagem, em alto contraste, do campeão de luta - livre André Giant, sempre com a indicação escrita: Obey Giant.

Fairey hoje em dia divide seu tempo entre as suas atividades artísticas nas ruas e a direção do estúdio Black Market, em Los Angeles, uma das mais prestigiadas agencias de design gráfico dos EUA.

Na capital paulista, o movimento sticker é presente há quase cinco anos e tem como principais nomes os grafiteiros como Boleta, Flip, Sesper e Zezão. A antiga escola do stickers, na maioria das vezes trabalhava a arte adesiva uma a uma a caneta, utilizando uma assinatura ou tag como imagem.

Um dos primeiros coletivos é o SHN. Foi o primeiro a fazer tiragens em serigrafia e expor uma quantidade de stickers e pôsteres exaustivamente repetidos, colados nas ruas de São Paulo, como uma linha de produção e montagem artesanal. Originários de Americana, mas com ações por todos os cantos e cidades aonde seus stickers e posters já chegaram, o grupo se infiltra na paisagem de concreto através de peças impressas. Lançando mão, principalmente, de cartazes, impressos em mídias reaproveitadas ou etiquetas adesivas oriundas de sobras industriais.

Outro coletivo de destaque com intervenções em diferentes regiões de São Paulo é o Faca que espalha em grupo ou individualmente, trabalhos que combinam, stickers e posters, além da sobreposição de pinturas realizadas as pressas e ilegalmente no local.

Adesivando a rede

A internet tornou-se a principal ferramenta de comunicação e exposição dessa cultura mundial. Através dela, artistas e coletivos de diferentes cidades e países se conhecem, apresentando e articulando iniciativas de ?exposições? de seus trabalhos. A troca do material é feita via correio, assumindo cada coletivo a responsabilidade de espalhar por sua cidade as obras dos colegas.

Outro meio de intercâmbio cultural entre os fãs do lambe-lambe são as galerias virtuais onde pessoas de todo o mundo se conhecem, trocam stickers por correio e têm o desafio de colar as obras dos amigos distantes em suas cidades, depois publicando fotos na Internet. É assim que muitos artistas ficam conhecidos internacionalmente sem ao menos saírem de suas cidades.

Vandalismo? Arte? Seja o que for a avalanche dos stickers não dará tão cedo trégua às selvas de concreto.

sábado, 30 de junho de 2007

Finalmente férias da ESPM, graças amim e a papi do céu passada em todas e menos um semestre!!
Nosso trabalho de história da arte ficou bom demais. Olha o video que fiz...

Depois do YouTube, do Joost e da TV do Marcio Machado, chegou o Kyte

O YouTube espalhou a moda de colocar, de certa forma, a TV na internet. Dai nasceram o Joost e a TV colaborativa do Marcio Machado. Agora nasce o próximo passo nessa evoluçao dado pelo Kyte. A idéia é oferecer aos usuários a possibilidade de criar seu próprio canal de TV e respectivos shows, que podem ser transmitidos através de blog, página pessoal ou celular. Depois de se cadastrar, o serviço te permite fazer o upload de vídeos, fotos, voz, sons, organizar tudo no estilo drag and drop (arrastar e soltar) e usar efeitos entre um e outro, como fade in, fade out, zoom, texto ou cores. E, claro, como já era de se esperar, o Kyte recebeu investimento do grupo de investidores co-fundado por Niklas Zennstrom que, como vocês sabem, é co-fundador do Kazaa, Skype e Joost ;- ).

quinta-feira, 28 de junho de 2007

Deixem os bits com a gente

A Web 2.0 está na moda. Conteúdos colaborativos, marketing viral, comunidades online, Wikipedia, família Google de produtos: Google Search, Gmail, Orkut, AdSense, Earth e, a mais nova aquisição, You Tube. Mais do que pela qualidade das ferramentas e serviços, a Web 2.0 é um sucesso porque deu ao usuário aquilo que nenhuma outra mídia dá: PODER. O internauta de hoje não se contenta em acessar as galerias do Louvre de seu computador. Ele quer interagir, dividir com o mundo a sua experiência de ter estado em frente ao quadro da Monalisa, quer alertar o viajante para ter paciência com o mar de japoneses que terá de enfrentar para chegar até a obra de Da Vinci. O internauta de hoje não vai ao site dos Beatles para saber se as remasterizações reunidas no disco Love são boas; ele faz uma busca no Google por blogs que falam do assunto e vai saber de outras pessoas, anônimos como ele, se vale a pena comprar o disco. O consumidor do meio digital (interativo e com opinião) é o oposto daquele dos meios de massa (passivo e influenciável). Entender essa premissa é o ponto de partida para se criar um projeto para Internet. Chamar uma Agência Digital para o planejamento e realização desse projeto é o primeiro passo. O tripé da construção webPegando carona no livro "A vida digital" de Nicholas Negroponte, podemos dizer que as agências de publicidade estão acostumadas a pensar em átomos. São responsáveis pela concepção da identidade corporativa do cliente e por trabalhar em mídias tangíveis sem resposta imediata do público, como jornais, revistas e outdoors; são predominantemente formadas por profissionais de comunicação. Já as agências digitais pensam em bits. Planejam e criam ações para um meio virtual e interativo, com resposta imediata, que pode abranger, além da comunicação, serviços e entretenimento; são formadas por profissionais multidisciplinares das áreas de comunicação, tecnologia, arquitetura e design. Por terem essas diferenças, atuam em competências distintas e possuem expertises complementares. Ao contrário do que já se pensou no passado, as digitais não são concorrentes das agências de publicidade. É bem verdade que não faltaram tentativas de se criar núcleos web dentro das agências tradicionais. Mas o fato de a maioria, senão a totalidade, desses núcleos não existirem mais é a prova necessária de que se deve manter os átomos sob responsabilidade de um tipo de agência e os bits com outro. Dentro dessa lógica, o mercado gaúcho tem experimentado a realização de projetos web sustentados pelo tripé: cliente, agência de publicidade e agência digital. Ao cliente, cabe passar suas necessidades, seus objetivos. Um exemplo dessa sinergia em ação é o projeto Ipanema Gisele Bündchen. A marca de calçados da Grendene teve a campanha conceituada pela W/Brasil, e executada pela agência para as mídias impressas e TV. Para a campanha na internet, foi chamada a W3Haus que, a partir das informações conceituais recebidas do cliente e da agência, planejou e executou as ações online da marca. O resultado está em http://www.ipanemagiselebundchen.com.br. A evolução do processo está na ratificação desse modelo junto ao mercado. O tema está na pauta tanto da Associação Gaúcha das Agências Digitais – AGADi, como da Associação Riograndense de Propaganda – ARP. Em uma primeira reunião entre as entidades, ficou claro que existe o interesse de ambas as partes. É apenas uma questão de tempo para que esse modelo saia do ambiente virtual composto por bits, e seja posto no papel formado por átomos.

Tiago RitterSócio-Diretor da W3haus

Agência de Propaganda não sabe nada de internet!!

Uau!! foi a reação dos 300 alunos de comunicação que lotaram o Top de marketing em Sala de Aula na Unisinos. Ponto para as agências digitais, mas não por muito tempo...Fiz a afirmação para provocar propositalmente, mas a reação me preocupou pela anuência geral.Aliás já assisti discussões memoráveis e maniqueístas sobre Agências de PP X Agências Digitais. Algumas hilárias. Mas o fato é que chega a assustar a falta de conhecimento de algumas (várias?) agências de propaganda a respeito do que o meio internet pode fazer pelo marketing e pelo resultado do seu cliente.A galera do meio digital também não ajuda. Termos como marketing digital é uma das maiores bobagens que já ouvi e repetimos isso por aí como macacos de auditório nos sentindo o máximo. Como se o marketing e a comunicação pudessem ser segmentados em OFF e ON LINE. Bobagem!!!A diferença entre se comunicar com o seu cliente por e-mail ou por carta é o meio que deverá ser escolhido de acordo com a ocasião e o objetivo. O importante é se comunicar com o seu cliente. Uma pesquisa on line provavelmente trará resultados mais rápidos, mas ainda assim é uma pesquisa. E o foco da empresa deve ser o de fazer uma pesquisa. O meio que utilizará é uma escolha estratégica mas não o foco. Não há nada mais digital hoje do uma impressora plotter para grande formatos que as gráficas tanto usam para os clientes das agências de propaganda, mas estas não vivem por aí a descrever os processos misteriosos que fazem aquelas maravilhas que vemos na mídia exterior. O cliente quer ver o resultado e não como se faz.Searching Marketing sozinho é um universo paralelo, que requer estudo profundo e técnica e que dá um grande resultado. Repita esta expressão dentro de uma agência de propaganda e ouvirá provavelmente um rotundo HEIN?!?!. Mas vejam que é uma das ferramentas mais inovadoras em promoção e que mais dá resultado hoje, em especial para a empresa que tem uma compra on line. E-mail marketing, SMS marketing e outros termos da era digital são ferramentas á disposição da comunicação promocional da empresa que já dão grande resultado. Mas que passam longe hoje de muitas reuniões das principais agências de propaganda do Brasil. Mas repito, os termos em si já são o primeiro e monstruoso obstáculo...Em 2004 fiz uma reunião numa grande agência de SP. O cara da tecnologia chegou a abaixar a voz para dizer que o dono orgulhosamente adorava falar aos 4 ventos nos enormes corredores de sua maravilhosa agência que desdenhava da web. Errado? Difícil argumentar quando 90% da verba gasta pelo cliente vai para TV, Jornal e mídia externa e a web é contemplada dentro dos 10% restantes como "outros". Descoberta a America seus jovens românticos. Sim, não pensem que estes donos de grandes agências, que tem um modelo de negócio fabuloso onde intermediam espaços publicitários nos veículos a taxas fixas de comissão de 20%, são burros ou descerebrados. Não, são especialistas neste tipo de comunicação, tem equipes para lá de criativas e não ganham seus prêmios a toa. Ao contrário, enchem nosso olhos com comunicações que são verdadeiras obras de arte do design e do cinema. Sabem despertar o desejo do cliente como ninguém. E enchem o bolso de dinheiro ganhando 20% sobre milhões de dólares.Não, as agências digitais não vão embolsar tão cedo estes milhões. Nem as agências de PP vão morrer ignorantes. Nem 8 nem 80. O fato é que as agências digitais estão prosperando num meio físico (ou virtual? bobagem!) com tecnologia que dá resultado. Websites, hot sites, e-commerce, e-mail marketing, serching marketing, pop up´s, layer´s, banner´s e etc caíram nas graças dos clientes. Ainda mais porque comparados aos custos "off line" fazem qualquer gerente de marketing dar risada. Por que não fazer? Por outro lado estamos num país em que apenas 18% da população tem acesso a um computador. Tá certo que são os 18% com mais poder aquisitivo. Mas os outros 82% tb vivem, comem, se vestem, usam celular (e muito) e até compram sabonete. Entendeu espertinho? Então pára de comparar televisão com internet e outdoor com banner, todos dão resultado...O verdadeiro desastre está acontecendo dentro do cliente. Que sabe mais que sua agência de propaganda sobre o resultado que quer, mas ainda é mais ignorante que as agências digitais em internet. Só que, AHÁ, se as estratégias de comunicação e negócios e mesmo as campanhas brilhantes que as agências de PP criam fossem combinadas com as ações e ferramentas que as agências digitais dominam o resultado do cliente seria geometricamente superior. Em milhões. E está sendo para quem justamente está conseguindo este verdadeiro feito. Porque de fato o que todo mundo sabe e é o que mais acontece para 10 entre cada 10 empresas é que ela se vê obrigada a contratar 2 agências hoje. Uma digital e uma de propaganda. Não haveria mal nenhum nisso se as competências fossem realmente separadas. Não são. Ambas tratam da comunicação da empresa com o mercado. Se as maneiras de se comunicar diferem radicalmente por causa da mídia (ou meio) o conteúdo é o mesmo, o foco é o mesmo e o resultado que se quer definitivamente é o mesmo.Mas além de falarem línguas diferentes as agências também não se falam. Nem mesmo fazem muita questão. De fato cada uma delas invade um pouco o espaço da outra. Cada vez mais. Várias agências de PP criaram seus núcleos on line e avançaram da Idade da Pedra para a Idade Média. Por outro lado as agência digitais e seus termos ultra super modernos ainda pertecem demais a um empresariado muito jovem e técnico. Técnicos tem dificuldade de comunicação tanto quanto publicitários tem dificuldades com números. Basta ver as maiores agências digitais do Brasil e também as pequenas que mais crescem. Estas são exemplos de diversidade de comando e de inteligência emocional. São agências que tem na sua fonte sócios empreendedores técnicos e sócios publicitários, administradores e marketeiros que manjam de negócios, de resultado e de comunicação. Este é o modelo de agência digital campeão. Além de tecnologia comporta conteúdo, criatividade e capacidade de negócios. Mas tem que parar com esta mania que vem desde a bolha da internet. De achar que está reiventando a roda. Acreditem-me, estão fazendo igual a todos os publicitários mais incapazes que conheci. Se escondem atrás de termos de marketing modernos para valorizar sua área e o que cobram. Não precisa. O que se faz para o cliente hoje, no meio on line e no off line é a mesma coisa. Comunicação, muita comunicação. Que auxilia o marketing e a promoção. O que muda com a internet é a velocidade e o alcance geográfico, além da migração de processos e serviços como a compra on line por exemplo. Ou seja, a internet acelera os processos e o resultado.Mas isso não pode causar um deslumbramento tão grande a ponto de deixar as agências digitais tão longe dos mortais e as agências de propaganda tão longe dos vivos. Na minha opinião ambas fazem o mesmo, orientam o cliente numa comunicação que dá resultado. Deveriam ser uma só ou deveriam andar juntas. Deveriam ser uma única fatura. Não são. Obviamente que a especialização é uma evolução natural e não é errado se contratar uma agência de PP, uma de Marketing Direto, uma de de Searching Marketing e uma Digital. Mas a falta de conhecimento das possibilidades da web tranforma a conversa numa Babel moderna. Enquanto isso a ignorância de uma é a prosperidade da outra. O excesso técnico da outra sustenta a primeira. E não raro uma segue extamente a orientação da outra numa rotina diária e numa balança que pende em inteligência para as digitais e em dólares e comunicação para as de propaganda.UFA!! Ainda bem que entre as duas (3 ou 4?) está o cliente dosando com bom senso os excessos e colhendo os resultados. Ou não?

A Coca-Cola contra-ataca!

Muito perfeito este texto de Cesar Paz - Diretor-Presidente da AG2


Na semana passada, minha filha de 16 anos chegou em casa quase eufórica e noticiou:- Pai, agora sou Embaixadora da Coca!- Tá bom, filhota, e isso dá quantos anos de cadeia?- Ah, pai, é sério, o pessoal da Coca-Cola me convidou, consideraram o conteúdo do meu Orkut, os quase mil amigos e fizeram uma entrevista comigo pelo MSN, pegaram também referências com um contato aqui do Sul. Tô dentro!Meu Deus! Passei os últimos anos da minha vida ensinando às minhas filhas o prazer dos sucos naturais e agora minha casa virou a embaixada do inimigo. Onde eu teria errado?Exatamente onde eu não sei, mas o pior é que me atingiram usando ferramentas que eu conheço muito bem e através daquilo que eu tenho de mais precioso. Fisgaram a minha filha na internet!Bom, primeiro preciso explicar um pouco a minha relação de amor e ódio com a Coca-Cola. O fato é que eu sou do tempo em que beber Coca-Cola era um prazeroso programa familiar dos almoços de domingo. Não é à toa que, nos anos 70, a Coca de 1 litro era conhecida como Coca-Cola família.Depois fui crescendo e transformando minha percepção da tal Coca-Cola. Aos 16 anos, já com alguma formação marxista e no meio do agitado movimento estudantil, a Coca virou para mim e meus “companheiros” uma grande vilã, símbolo do imperialismo americano! Mas ainda assim..., confesso, absolutamente eficiente e indispensável para curar nossas ressacas!Depois, com mais de 30, já com família e pensando muito no planeta sustentável que deixaria para meus filhos e netos, a Coca-Cola e o tal Ciclamato de Sódio viraram sinônimo de bebida de fast-food, engordante e inimiga da boa alimentação. Mesmo nessa fase, eu ainda não conseguia abrir mão da nova Coca Light e da sua proposta de prazer e apenas 1 caloria.Finalmente, aos 40 anos, achei que tinha conseguido. Eu e minha família não tínhamos mais nenhuma dependência da Coca (Cola)! Na geladeira de casa só água, chás e os sucos! As filhas, em especial, cresceram sem estímulos ao consumo dessa centenária bebida e simplesmente “não gostavam”. Parecia que eu havia ganho esse batalha pessoal contra o gigante de cor escura e formas onduladas!Qual nada, ...inimigo bom é inimigo que não se rende, e com uma competência cibernética rara às empresas globais e de consumo de massa, a Coca-Cola conquistou a minha filha por meio de um posicionamento que privilegia o relacionamento através da internet . Tudo isso aconteceu muito rápido e via ações de divulgação no ambiente web do Estúdio Coca-Cola, uma sacada bem legal da Coca que é toda contextualizada na música, focada no público jovem e com apelo politicamente correto de “aproximar diferenças”. A ação reúne num “estúdio/palco” da MTV artistas tão diferentes como Lenine e Marcelo D2 ou Pitty e Negrali. Na real, os “embaixadores da Coca-Cola”, detentores de informação e experiência diferenciada na produção dos shows, serão os responsáveis naturais pelo “buzz” junto à galera do seu círculo de influência. Certamente uma experiência inusitada e que vai tatuar a marca Coca-Cola na mente dessa meninada. O mais interessante é que as ações de envolvimento dos “Embaixadores” com a marca têm vários desdobramentos na web. Nesse início, pós o processo de seleção (todo feito via MSN e Orkut), os embaixadores foram desafiados a montar uma comunidade no Orkut que teria que conter a expressão “Estúdio Coca-Cola”. O Embaixador que montasse a maior comunidade (tarefa a ser concluída durante um final de semana) iria ao próximo show em SP com mordomias compatíveis com a dos diplomatas de Brasília. Nada mal!Pois é, acho até que agora já estou mais conformado. A Coca me ganhou essa, senti o golpe. Mas a luta continua e, agora, cada vez mais longe da mídia de massa!